Há 4 anos esse baixinho chegou em nossas vidas! QUATRO anos. Nossa, como o tempo passou rápido. O molequinho que me deixou muitas noites em claro com seu choro compriiiiiiiiiiiiiiiiiiido já está ficando um meninão. Menino sapeca, levado da breca. De temperamento forte, cheio de marra, cheio de razão. Teimoso como todo taurino é. Comilão e curioso. Tem sede de saber, de aprender, de viver.
Aos quatro anos seu grande ídolo se chama Matheus. Isso mesmo. Rafa gosta de brincar, de imitar, de lutar, de seguir o irmão em tudo, ou quase tudo. São unidos, são parceiros. Se amam como todo irmão deve se amar. São cúmplices nas bagunças e peraltices. Juntos deixam a mãe de cabelo em pé, como deve ser... rs
Esse ano meu pequeno deu um salto em sua vida. Foi pra escola, ganhou novos amigos, descobriu como é viver coletivamente de verdade. Até então, claro, já brincava com os amiguinhos do prédio e nas festas por aí. Mas agora a realidade mudou. Seu dia a dia mudou. Está mais solto do que já era. É feliz, muito feliz.
Todo cheio de si, escolheu o tema de sua festinha: Harley Davidson. Como assim? - eu perguntei. E a resposta foi direta: "Mãe eu adoro Harley Davidson. Quero ter uma quando crescer!" E é verdade... seus olhinhos brilham quando encontra uma Harley pelas ruas...
E teve também uma festinha na escola pela primeira vez... Voltou pra casa todo feliz com os presentes que ganhou.
Carinhoso, manhoso, ciumento e cheio de si. Assim é meu Rafinha aos 4 anos! Dia desses me mostrou os cinco dedinhos da mão e perguntou: "Mãe, quando eu tiver cinco anos vou ser adulto?". Tem pressa de crescer, de ser igual ao irmão, mas não deixa de ser criança nem por um segundo de seu dia: brinca muito, se diverte muito, é arteiro, bagunceiro, gosta de farra, quanto mais bagunça melhor.
Amor da minha vida! Que a vida lhe reserve muitos, muitos momentos de alegria e lhe retribua toda a felicidade que você espalha por onde passa! Te amo mais que a vida! Te amo pra sempre! Te amo, meu Rafa!
Sempre pensei que tiraria de letra o segundo filho, afinal já possuía a experiência de ser mãe. Caí do cavalo! Tirando a parte prática - digo: dar banho, amamentar, trocar fraldas -, todo o resto é novidade, afinal são dois seres distintos, com personalidades, temperamentos, qualidades e defeitos completamente diferentes. Ensinando, cuidando e educando meus meninos, descubro a cada dia que tenho muito a aprender com cada um deles. E são essas experiências que pretendo registrar por aqui.
sábado, 3 de maio de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
"R" do RAFA
Ele pediu o quadro branco e a caneta. Disse que ia escrever e me fazer uma surpresa. Minutos depois, ele me chamou, cheio de orgulho. "Olha o que eu fiz, mãe". Fiquei surpresa. Não sabia que seu "R" de Rafa estava tão lindinho. Até "outro dia" ele ainda tinha dificuldade em fazer sua letrinha. Fez com capricho. Fez com amor. E perguntou: "Tá bonito, mãe?". Oh, meu amor... está lindo! Melhor impossível!
E completou: "Eu sei fazer o seu 'A', o 'I" da vó e o 'M' do Mat!". Lindo da mamis. Orgulho da minha vida! Amo você, meu Rafinha!
E completou: "Eu sei fazer o seu 'A', o 'I" da vó e o 'M' do Mat!". Lindo da mamis. Orgulho da minha vida! Amo você, meu Rafinha!
Rafinha com seu "R" !
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DESCOBERTAS,
PÉROLAS DO RAFA
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
MENINOS DESCOBRINDO DORIVAL CAYMMI
Aí meu caçulinha chega em casa e diz: "Mãe, eu adoro Dorival Caymmi!". E você descobre que essa paixão toda nasceu por causa dessa música aí... Maracangalha!
É, Rafinha, seu gosto musical está no caminho certo! Parabéns, professora Elaine Othero de Souza, por mostrar e apresentar música de qualidade para os nossos pequenos! Amei!
Hoje, indo pra escola, foi a vez do Matheus, falar em Caymmi. "Mãe, encontrei na internet a música Marina, do Caymmi!"
Todo esse interesse por Dorival Caymmi surgiu por conta de um projeto do colégio onde ambos estudam sobre o centenário do artista.
E o coração da mãe? Tá feliz em perceber que os filhos estão curtindo e absorvendo essa cultura boa.
É, Rafinha, seu gosto musical está no caminho certo! Parabéns, professora Elaine Othero de Souza, por mostrar e apresentar música de qualidade para os nossos pequenos! Amei!
Hoje, indo pra escola, foi a vez do Matheus, falar em Caymmi. "Mãe, encontrei na internet a música Marina, do Caymmi!"
Todo esse interesse por Dorival Caymmi surgiu por conta de um projeto do colégio onde ambos estudam sobre o centenário do artista.
E o coração da mãe? Tá feliz em perceber que os filhos estão curtindo e absorvendo essa cultura boa.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
PRIMEIRO DIA DE AULA - RAFA!
Rafinha, no seu primeiro dia de aula. Realizando um sonho! Tão feliz, parecia que estava indo pra Disney! rs
O novo aluno do Nível I -
Rafael Ramos
E O RAFINHA VAI PRA ESCOLA...
Janeiro de 2009. Matheus, 2 anos e meio vai pra escola pela primeira vez. A tensão era grande, já que o pequeno dizia constantemente que NÃO queria ir pra escola. De outubro, quando fizemos a matricula, até janeiro, foram três meses de muita conversa, muita persuasão, muito convencimento. Mas o pequeno era teimoso, decidido, não se convencia fácil. Pensar no primeiro dia de aula se tornou quase um sofrimento para a família toda. Mas, crianças são imprevisíveis. E o que pensávamos que seria uma catástrofe, se transformou num dia inacreditavelmente feliz. Matheus, pra surpresa de todos, entrou na escola, deu tchau para os pais e foi, feliz, de encontro com uma nova fase de sua vida. E os pais? Ficamos, eu e Reginaldo, com cara de bobos, afinal ele passou três meses dizendo que NÃO queria ir pra escola.
Mas, claro, que não foi sempre assim. Passada a primeira semana de adaptação e quando já tínhamos a certeza de que ele estaria bem na escola, o moleque resolveu se rebelar. Surpresa de novo! Como assim, depois de uma semana não quer mais ir pra escola? Sim. A novidade já tinha passado. A rotina, as obrigações, as novas descobertas (que nem sempre são prazerosas) fez o menino sentir medo. Queria a mãe. Queria a vó. E começou a chorar. Diria que a segunda semana do Matheus foi a mais difícil. Mudei de horário no trabalho, pois a vó não aguentava lidar com o sofrimento do neto. E olha, que ele sabia sofrer... chorava até não poder mais. Mas passou, como tudo passa nessa vida. E o menininho aprendeu a amar a escola e reclamar que as férias eram longas demais, que queria os amigos, a professora, os brinquedos e brincadeiras que fazia no "Tibá"... Sim, ele não conseguia falar Jequitibá, o nome do colégio, mas o Tibá já morava no seu coração.
Passados cinco anos, cá estou novamente passando pela mesma situação. Como mãe de segunda viagem, confesso, que dessa vez o "sofrimento" (mãe adora, sofrer!) está menor. Se na época do Matheus, sofri por 3 meses, dessa vez a "ficha caiu" há uma semana. O filho é outro e a situação é outra. Rafa nasceu com um irmão indo pra escola. E seu irmão é seu ídolo! Rafinha pede pra ir pra escola há quase um ano. Por algumas razões, seu desejo não foi atendido de imediato, mas agora ele vai. Está todo feliz. Ansioso! Fala que vai pra escola como se tivesse indo pra um buffet infantil. Conhece alguns futuros amigos de sala, conhece o colégio, afinal, frequenta aquele espaço desde que nasceu, mas como visitante. Agora, ele terá o seu espaço lá dentro. Será um aluno! E está todo orgulhoso por isso. Curtiu comprar os materiais, vez ou outra, mexe no estojo, pede um papel, diz que está fazendo uma lição. Conta pra todo mundo que vai ter uma professora, que vai tomar lanche na escola, que vai brincar muito. Está radiante!
Claro, que o coração da mãe ficou apertado. Não por que ele vai pra escola, afinal, está mais do que na hora. Meu pequeno tem 3 anos e meio, o que para os padrões de hoje é quase o limite do "ingressar na escola". Uma loucura pensar que fui aos 6! Meus irmãos, aos 7 anos! Praticamente anciãos indo pra pré escola! É... os tempos mudaram...
Rafa é do tipo independente. Gosta de ter autonomia e se espelha no irmão mais velho pra conseguir a se virar. A influência do irmão faz o pequeno jogar jogos de tabuleiro destinados a crianças bem mais velhas, afinal são os brinquedos que ele tem acesso desde pequeno. Circula entre os amigos "grandes" (explico: os amigos do Matheus!) com muita naturalidade e com isso acompanha os maiores nas brincadeiras (e olha, que os maiores tem uma paciência de Jó com ele...). Mas apesar de tudo isso, Rafinha é um menino de 3 anos! Um bebezão! Que fica magoado quando alguém o ofende, que chora, muitas vezes, quando não consegue alcançar o seu objetivo, que nem sempre consegue sair de alguma "saia justa". E nisso, eu sei, a escola vai ser um ponto importante em sua vida.
Certa vez, uma psico pedagoga me disse que acreditava que mais importante do que as disciplinas em si era o contato "mano a mano" que a escola propiciava. Entre os amigos não há proteção, ninguém "passa a mão na cabeça". Criança é, muitas vezes, cruel, direta, fala o que pensa e o que quer. É na escola que aprendemos a sair de situações difíceis, que aprendemos na "marra" a dividir, a lidar com as diferenças, que descobrimos que podemos ser bons em matemática, mas nem tanto em português. Que podemos ser o craque do futebol, mas um caos no judô. Que um dia ganhamos e no outro perdemos. E por mais que tentamos passar esses valores no dia a dia, em casa, é na escola que essa vivência se dá de fato. Dura e crua.
E é por isso que meu coração está apertado nesse momento. Rafinha vai começar uma nova (e longa) fase de sua vida, sua vida escolar! A empolgação dele chega a me assustar. Como disse no início do texto, minha primeira experiência foi de um menino que NÃO queria ir pra escola. Rafinha quer! Rafinha tem sede de novidades, de amigos novos, de novas experiências. Mas não sei o que ele imagina que é de fato a escola. Provavelmente o lugar que ele vê o irmão entrar e fazer tchau pra ele todos os dias, desde que ele nasceu. O lugar onde os amigos do irmão, que ele tanto ama, se reúnem. O lugar que, até no ano passado, ele só entrava em dias de festas e animação. No fundo, ele não sabe ainda o que é a rotina escolar. Que é sim prazerosa, encantadora, um lugar de descobertas incríveis, onde ele fará novos e, quem sabe, grandes amigos, mas também um lugar que tem regras, disciplina, que exige "jogo de cintura". Resta aguardar pra saber como meu pequeno se sairá... Espero que entre feliz hoje pelo portão da escola. E confesso que acho que entrará... mas tomara que na próxima semana a vontade continue a mesma e assim sucessivamente!
Vai Rafinha! 2014 é o seu ano! Mamãe estará sempre te esperando na hora da saída louca por um abraço forte! Te amo, filho! Te amo demais!
Mas, claro, que não foi sempre assim. Passada a primeira semana de adaptação e quando já tínhamos a certeza de que ele estaria bem na escola, o moleque resolveu se rebelar. Surpresa de novo! Como assim, depois de uma semana não quer mais ir pra escola? Sim. A novidade já tinha passado. A rotina, as obrigações, as novas descobertas (que nem sempre são prazerosas) fez o menino sentir medo. Queria a mãe. Queria a vó. E começou a chorar. Diria que a segunda semana do Matheus foi a mais difícil. Mudei de horário no trabalho, pois a vó não aguentava lidar com o sofrimento do neto. E olha, que ele sabia sofrer... chorava até não poder mais. Mas passou, como tudo passa nessa vida. E o menininho aprendeu a amar a escola e reclamar que as férias eram longas demais, que queria os amigos, a professora, os brinquedos e brincadeiras que fazia no "Tibá"... Sim, ele não conseguia falar Jequitibá, o nome do colégio, mas o Tibá já morava no seu coração.
Passados cinco anos, cá estou novamente passando pela mesma situação. Como mãe de segunda viagem, confesso, que dessa vez o "sofrimento" (mãe adora, sofrer!) está menor. Se na época do Matheus, sofri por 3 meses, dessa vez a "ficha caiu" há uma semana. O filho é outro e a situação é outra. Rafa nasceu com um irmão indo pra escola. E seu irmão é seu ídolo! Rafinha pede pra ir pra escola há quase um ano. Por algumas razões, seu desejo não foi atendido de imediato, mas agora ele vai. Está todo feliz. Ansioso! Fala que vai pra escola como se tivesse indo pra um buffet infantil. Conhece alguns futuros amigos de sala, conhece o colégio, afinal, frequenta aquele espaço desde que nasceu, mas como visitante. Agora, ele terá o seu espaço lá dentro. Será um aluno! E está todo orgulhoso por isso. Curtiu comprar os materiais, vez ou outra, mexe no estojo, pede um papel, diz que está fazendo uma lição. Conta pra todo mundo que vai ter uma professora, que vai tomar lanche na escola, que vai brincar muito. Está radiante!
Claro, que o coração da mãe ficou apertado. Não por que ele vai pra escola, afinal, está mais do que na hora. Meu pequeno tem 3 anos e meio, o que para os padrões de hoje é quase o limite do "ingressar na escola". Uma loucura pensar que fui aos 6! Meus irmãos, aos 7 anos! Praticamente anciãos indo pra pré escola! É... os tempos mudaram...
Rafa é do tipo independente. Gosta de ter autonomia e se espelha no irmão mais velho pra conseguir a se virar. A influência do irmão faz o pequeno jogar jogos de tabuleiro destinados a crianças bem mais velhas, afinal são os brinquedos que ele tem acesso desde pequeno. Circula entre os amigos "grandes" (explico: os amigos do Matheus!) com muita naturalidade e com isso acompanha os maiores nas brincadeiras (e olha, que os maiores tem uma paciência de Jó com ele...). Mas apesar de tudo isso, Rafinha é um menino de 3 anos! Um bebezão! Que fica magoado quando alguém o ofende, que chora, muitas vezes, quando não consegue alcançar o seu objetivo, que nem sempre consegue sair de alguma "saia justa". E nisso, eu sei, a escola vai ser um ponto importante em sua vida.
Certa vez, uma psico pedagoga me disse que acreditava que mais importante do que as disciplinas em si era o contato "mano a mano" que a escola propiciava. Entre os amigos não há proteção, ninguém "passa a mão na cabeça". Criança é, muitas vezes, cruel, direta, fala o que pensa e o que quer. É na escola que aprendemos a sair de situações difíceis, que aprendemos na "marra" a dividir, a lidar com as diferenças, que descobrimos que podemos ser bons em matemática, mas nem tanto em português. Que podemos ser o craque do futebol, mas um caos no judô. Que um dia ganhamos e no outro perdemos. E por mais que tentamos passar esses valores no dia a dia, em casa, é na escola que essa vivência se dá de fato. Dura e crua.
E é por isso que meu coração está apertado nesse momento. Rafinha vai começar uma nova (e longa) fase de sua vida, sua vida escolar! A empolgação dele chega a me assustar. Como disse no início do texto, minha primeira experiência foi de um menino que NÃO queria ir pra escola. Rafinha quer! Rafinha tem sede de novidades, de amigos novos, de novas experiências. Mas não sei o que ele imagina que é de fato a escola. Provavelmente o lugar que ele vê o irmão entrar e fazer tchau pra ele todos os dias, desde que ele nasceu. O lugar onde os amigos do irmão, que ele tanto ama, se reúnem. O lugar que, até no ano passado, ele só entrava em dias de festas e animação. No fundo, ele não sabe ainda o que é a rotina escolar. Que é sim prazerosa, encantadora, um lugar de descobertas incríveis, onde ele fará novos e, quem sabe, grandes amigos, mas também um lugar que tem regras, disciplina, que exige "jogo de cintura". Resta aguardar pra saber como meu pequeno se sairá... Espero que entre feliz hoje pelo portão da escola. E confesso que acho que entrará... mas tomara que na próxima semana a vontade continue a mesma e assim sucessivamente!
Vai Rafinha! 2014 é o seu ano! Mamãe estará sempre te esperando na hora da saída louca por um abraço forte! Te amo, filho! Te amo demais!
sábado, 18 de janeiro de 2014
MEUS PEQUENOS PATINADORES
Sempre achei lindo observar alguém patinando. Sempre incentivei o Matheus a patinar, mas a resposta do meu menino era sempre a mesma: "Não gosto de patins, quero andar de skate!".
Não gostava até esse verão...
Dia desses fomos no Sesc pra uma vivência de skate e, eis que ao lado, havia uma atividade com patins. E ele resolveu colocar as rodinhas nos pés e... como um passe de mágica, depois de alguns minutos, Matheus estava deslisando no ginásio esportivo do Sesc Pompéia. Claro, parecendo mais um robô do que um patinador. Duro, mas com um equilíbrio fantástico!
O Rafinha também tentou, mas não tinha patins do seu número. Portanto, foi quase impossível mantê-lo de pé por alguns segundos.
Ontem, fomos em busca de mais uma atividade com patins, agora, no Sesc Santana (nossas férias de verãpo são Sesquianas, sempre! rs).
E lá, diferente do anterior, tinha patins do tamanho do meu pequeno.
E, de novo, pra minha surpresa, não é que o Rafa conseguiu se equilibrar. Muito fofo! Lindo de viver!
Abaixo, algumas fotos desse momento tão especial para nós...
Não gostava até esse verão...
Dia desses fomos no Sesc pra uma vivência de skate e, eis que ao lado, havia uma atividade com patins. E ele resolveu colocar as rodinhas nos pés e... como um passe de mágica, depois de alguns minutos, Matheus estava deslisando no ginásio esportivo do Sesc Pompéia. Claro, parecendo mais um robô do que um patinador. Duro, mas com um equilíbrio fantástico!
O Rafinha também tentou, mas não tinha patins do seu número. Portanto, foi quase impossível mantê-lo de pé por alguns segundos.
Ontem, fomos em busca de mais uma atividade com patins, agora, no Sesc Santana (nossas férias de verãpo são Sesquianas, sempre! rs).
E lá, diferente do anterior, tinha patins do tamanho do meu pequeno.
E, de novo, pra minha surpresa, não é que o Rafa conseguiu se equilibrar. Muito fofo! Lindo de viver!
Abaixo, algumas fotos desse momento tão especial para nós...
Matheus, ontem, no Sesc Santana:
segundo dia de patinação!
Rafinha, no Sesc Santana: primeira
vez que consegue se soltar
com os patins!
A mãe não resistiu: tinha que
corujar o caçula!
Matheus, semana passada, no Sesc
Pompéia: primeira vez que sobe
em cima das rodinhas e...
se equilibrio! Lindo!
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ALEGRIAS DA VIDA,
COMPORTAMENTO,
POR AI,
REPORTAGEM
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
RAFA - SEGUNDA CIRURGIA DA SUA VIDA
Rafinha é um moleque sapeca, levado da breca. Chegou, chegando, como dizem. É danado, espuleta, fala pérolas que nem mesmo nós acreditamos. Mas esse peralta gosta também de dar sustos na mãe...
Aos 8 meses passou por uma cirurgia para retirada de um cisto branquial. Um baita susto para todos nós, da família.
Agora, aos 3 anos e meio, eis que o meu grandão volta ao centro cirúrgico. Dessa vez, para uma cirurgia de fimose. A cirurgia foi marcada com uma certa urgência por que o Rafa estava com parafimose.
A cirurgia foi realizada no Hospital Infantil Sabará, no dia 10 de dezembro, pelo dr. Elcio Baldacci. Foi tranquila, simples e tudo estaria perfeito não fosse o pós operatório. Rafa precisa ficar de repouso, mas, lembra o que disse no início desse texto? Ele é um menino sapeca, levado da breca! Pois é, e meninos assim não fazem repouso!
Graças à Deus meu pequeno está melhorando aos poucos. A região ainda está inchada. Diz o médico que se ele ficasse mais quietinho estaria melhor. Mas o Rafa finge não entender e sai pulando pela casa, como se nada tivesse acontecido...
De "piu piu" novo, meu moleque segue sua vidinha feliz e, aos poucos, voltando ao normal.
Aos 8 meses passou por uma cirurgia para retirada de um cisto branquial. Um baita susto para todos nós, da família.
Agora, aos 3 anos e meio, eis que o meu grandão volta ao centro cirúrgico. Dessa vez, para uma cirurgia de fimose. A cirurgia foi marcada com uma certa urgência por que o Rafa estava com parafimose.
A cirurgia foi realizada no Hospital Infantil Sabará, no dia 10 de dezembro, pelo dr. Elcio Baldacci. Foi tranquila, simples e tudo estaria perfeito não fosse o pós operatório. Rafa precisa ficar de repouso, mas, lembra o que disse no início desse texto? Ele é um menino sapeca, levado da breca! Pois é, e meninos assim não fazem repouso!
Graças à Deus meu pequeno está melhorando aos poucos. A região ainda está inchada. Diz o médico que se ele ficasse mais quietinho estaria melhor. Mas o Rafa finge não entender e sai pulando pela casa, como se nada tivesse acontecido...
De "piu piu" novo, meu moleque segue sua vidinha feliz e, aos poucos, voltando ao normal.
Moleque sapeca, levado da breca... Forte como uma rocha! Pare de dar sustos na mãe... chega de cirurgias! rs
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