sábado, 22 de abril de 2017

PÉROLAS DO RAFA - ? Ponto perguntador ?

Bom dia pra você, que está em pleno feriadão estudando com o filho para a prova de português :

Rafa, quais os nomes desses pontos?
E ele responde:
. ponto final
: dois pontos
! ponto de exclamação
? hummm esse é o ponto perguntador! 




domingo, 16 de abril de 2017

PÁSCOA - E o coelho nos visitou mais uma vez...



Talvez esse seja o último ano que recebemos a visita do coelho da Páscoa. E essa possibilidade, mesmo que ainda não seja uma certeza, deu um nó na minha garganta ontem a noite. 

Nas últimas semanas estávamos ainda em dúvida se o Rafa, o caçula da casa, de 6 anos, ainda acreditava na magia do coelho da páscoa. Rafa é tão esperto, vira e mexe solta alguma pérola ou faz algum questionamento que ficamos de queixo caído. Sempre que eu falava algo sobre a "cartinha do coelho" ou algo assim ele mudava de assunto, o que me fez ficar com uma dúvida no ar. Pois bem, a certeza tivemos na última quarta-feira, quando o cabeleireiro perguntou diretamente pra ele, entre uma tesourada e outra, se o coelho iria visitá-lo. A resposta veio bem ao estilo Rafa: "Claro que sim, afinal tem criança na minha casa e casa com criança sempre recebe a visita (e o ovo de chocolate) do coelho", garantiu. Se eu tinha alguma dúvida, naquele momento já não tinha mais. Santo Washington, que mesmo sem querer, desvendou o mistério. rs


Ovos comprados. Ovos escondidos. Sábado de aleluia chegou. Era hora do nosso ritual, que se segue há exatos 10 anos, desde 2007, quando Mat tinha pouco menos de um aninho e fizemos o "ninho" do coelho pela primeira vez. Aqui vale um parênteses. Como em tudo na vida nos aperfeiçoamos na "produção" da fantasia. Até hoje nos divertimos (eu e o maridão) ao lembrar das primeiras patas que fizemos de giz pela casa para parecer as marcas do coelho que supostamente nos visitou durante a noite... Eram tão grandes, que mais pareciam patas de elefante... Com o nosso mocinho crescendo e virando um menino curioso e questionador fomos melhorando a cada ano e hoje somos quase "expert" em 'produção de sonho de Páscoa para crianças pequenas".



 Pois bem. Depois do ninho montado com as palhas, que estavam guardadinhas, Rafa pediu para eu pegar caneta e lousa. Ele queria deixar um recado pro coelho e também deixar o cantinho do coelho mais bonito, segundo ele. Caneta em punho, ele me pediu para ficar ao seu lado. "Me ajuda aqui. Não quero escrever errado pro coelho, mãe". E, assim, ele escreve, espontaneamente e para nossa surpresa: "Obrigado, coelho". Na assinatura, sem perguntar nada, escreve seu nome e o do irmão, que afinal, também ganhará um ovinho do sr. Coelho. 


Se chorei? É... quem me conhece sabe... Os olhos enxeram de lágrimas sim. Tão decidido. Tão mocinho. Tão resolvido no que quer. E ao mesmo tempo tão criança. Tão ingênuo. Tão delicado. 

Matheus acreditou na visita do coelho da páscoa até os 7 anos. Rafa fará 7 anos daqui exatos quinze dias. Não sei como será com ele. Mas lembro-me até hoje que Matheus se emocionou quando soube que o Coelho da Páscoa, assim como o Bom velhinho e a fada do dente eram, na verdade, o Papai e a Mamãe, que estavam por traz. E, para nossa surpresa, ele ficou emocionado ao reconhecer que tinha muito amor envolvido para manter esse encanto. 

Com Rafa ainda não sabemos como será. Ano que vem, talvez ele já não acredite mais e tenha desvendado o mistério. E vou sim sentir falta de ajudá-lo a montar ninho, afofar a palha na caixinha, fazer as patinhas de giz no chão depois que ele adormecer. Vou sentir falta do rostinho dele pela manhã surpreso com os ovos no ninho, mesmo que ele tenha sempre a certeza de que os ovos chegarão no Domingo de Páscoa. Vou sentir falta porque é delicioso conviver com a ingenuidade e a pureza da criança em sua mais pura essência. Mas também fico muito feliz e com o coração repleto de amor por ter vivido nesses últimos 10 anos momentos de puro encanto e magia. 

Páscoa é renascimento. É amor, é compaixão, é carinho, é gratidão. Que saibamos renascer a cada dia, a cada obstáculo, a cada situação difícil. Que a leveza das crianças nos contagie e amoleça sempre nossos corações. Que saibamos valorizar a vida na sua forma mais simples, mais singela. Que tenhamos sempre amor no coração para dar ao próximo. 

Em tempo, Rafa foi o primeiro a acordar, viu o ovo, correu para o meu quarto e disse que o coelho já tinha passado e, que mais uma vez, ele não conseguiu pegar o coelho no flagra. Mais tarde perguntou porque o coelho insiste em vir com as patinhas sujas e deixar marcas pela casa, mas antes mesmo de eu responder ele disse: "É para a gente ter certeza que ele veio, né mãe?". É, Rafa... é sim! 

Feliz Páscoa para todos nós! 














quarta-feira, 29 de março de 2017

PÉROLAS DO RAFA - Bye bye 6 aninhos. Seja bem vindo 7 anos!

Um mês. 
Falta exatamente um mês para o meu caçula completar 7 anos. 
Um mês. 

Ele, se pudesse, adiantaria o relógio. 
E eu? 
Ahhhh eu, se pudesse, deixaria o tempo passar lentamente, bem devagar, para aproveitar cada minutinho dos seus 6 anos. 
Passaria horas olhando seus movimentos, acompanhando seu crescimento, dando risadas das suas risadas. Admiraria cada movimento do seu rosto, escutaria cada palavrinha que saísse da sua boca, responderia todas as suas perguntas. Ok, faço isso normalmente. Mas, se mais tempo tivesse, poderia curtir cada minutinho sem me preocupar que está na hora de ir pra escola, sem ter pressa pra dar o almoço, sem ter que correr contra o relógio que insiste em correr. 

Um mês! 
E o filme começa a voltar na minha cabeça... 
Como assim meu bebê de ontem já vai completar 7 anos? 
Quando aquele bebê chorão de ontem se transformou nesse menino curioso, tagarela e cheio de energia? 
Ah tempo... você podia ser mais bacana e pegar mais leve, né? 
Esta fase está tão gostosa! Deixa a gente curtir mais um pouquinho, vai? 

Tudo bem que o Rafa quer acelerar o relógio... quer ser menino grande, tem pressa de viver, de crescer, de descobrir, de explorar tudo o que surgir no seu caminho. Tem pressa de conhecer, de falar, de ouvir... 

Hoje pela manhã, quando ele se deu conta que falta um mês para seu tão esperado aniversário, ele disse: "Ahhhhh tudo isso? Um mês é muita coisa!". 

Não Rafa... se os últimos 7 anos passaram tão rápido, um mês vai ser na velocidade de um estalar de dedos. 

Rafa você vai me desculpar, mas dessa vez não vou concordar com você, tá? E vou torcer para que os próximos 30 dias passem lentaaaaaaaaamennnnnnnte... e que possamos aproveitar cada segundinho dos nossos dias, porque a única  certeza que temos é que os seus 6 anos não voltarão mais... 

Te amo meu docinho! 
Te amo! 




terça-feira, 28 de março de 2017

COMPORTAMENTO - Os maridos que eu espero para minhas NORAS

Está circulando nas redes sociais um texto bem humorado destacando os atributos e qualidades do ator Rodrigo Hilbert. Lá o autor brinca com o fato do Rodrigo ter inúmeras qualidades e habilidades, inclusive domésticas, além de ser boa pinta e ter uma esposa linda. Para quem não leu ainda, fica o link  AQUI

Enfim, brincadeiras a parte, lendo o texto e os comentários sobre ele parei para pensar o que quero para meus filhos e como espero que eles sejam quando adultos. Viajei nos meus pensamentos e fui levada mais adiante. Do futuro, nada sabemos. Não sei se eles dividirão o mesmo teto com uma companheira e constituirão família. Não sei se vão dividir apartamento com amigos. Se irão morar sozinhos ou se continuarão por muito tempo na casa dos pais. O fato é que independente do rumo que cada um tomar em suas vidas eles serão cidadãos independentes e, só por isso (ou por tudo isso) precisam aprender a se virar sozinhos. 

A salada de frutas do
domingo foi feita a
quatro mãos, pelos
irmãos
Matheus tem 10 anos. É o tipo mais tranquilão, que adora passar as primeiras horas da manhã de pijama, largado no sofá, quando pode. Ok, e quem não gosta? Matheus é criança e como toda criança ama brincar. E brinca muito nas suas horas de folga da escola. Mas meu pré-adolescente sabe também o quão importante é contribuir para as tarefas da casa. Há uns dois anos ele é responsável por arrumar a própria cama, guardar o pijama na gaveta e "virar gente", como costumamos brincar, pela manhã. Essa rotina já está incorporada à sua vida. De uns tempos pra cá ele também começou a recolher o lixo da casa e levar para a lixeira do condomínio. Não é uma regra ou uma tarefa exclusivamente dele, mas ele tem ajudado com muito empenho e responsabilidade. Porque ele já tem consciência, que contribuindo nessas pequenas tarefas vai diminuir os inúmeros afazeres domésticos do dia a dia. É aquela velha história, se todos ajudam sobra mais tempo para ficarmos juntos no final do dia. 

Rafael tem 6 anos. Ainda não sabe arrumar a própria cama com o mesmo capricho e detalhes que o irmão mais velho. Mas já está no caminho. Mas a "praia" do Rafa é ajudar na cozinha. Meu mini masterchef está assumindo o posto de "fazedor de sucos" das refeições. Falou em suco, Rafa está na área! E essa tarefa não foi imposta, partiu do próprio baixinho que adora botar a mão na massa. 

Pequenas tarefas como lavar saladas quando voltamos da feira, lavar frutas, preparar salada de frutas, alguma sobremesa mais simples e até receitas mais fáceis fazem parte da vida deles. Matheus não é tão próximo das panelas como o irmão, mas geralmente está disposto a aprender e, como é detalhista, em geral consegue realizar o que foi proposto com tranquilidade. 

Rafa montando a lasanha
Tanto Matheus, quanto Rafael sabem desde cedo que não existe divisão de trabalho por gênero dentro de casa. Lavar louça é obrigação de todo mundo, homens e mulheres, que querem viver num ambiente limpo e harmonioso. Deixar o guarda-roupa em ordem é dever de todo mundo, afinal, fica mais fácil de encontrar aquela roupa que queremos usar. Varrer o chão, estender a toalha de banho molhada, guardar o tênis na lavanderia, colocar e tirar a toalha da mesa são trabalhos em comum de quem vive debaixo do mesmo teto. Eles crescem vendo pai e mãe dividindo tarefas, compartilhando funções, aprendendo e ensinando, pois é assim que acreditamos que deve ser. E é assim que ficamos orgulhosos de saber que eles estão crescendo meninos dispostos, sem preconceito de fazer atividade A ou B, sem distinguir trabalho de "homem ou de mulher", sem machismo. 

Se terei nora, não sei... mas se tiver espero de verdade "entregar" para elas dois homens lindos por fora e por dentro. Companheiros de verdade, que não só botarão comida dentro de casa, mas que dividirão as tarefas do lar com igualdade e respeito. Sem preconceito. Sempre. 




sábado, 11 de março de 2017

RAFA - Quando um trabalho de escola traz uma avalanche de lembranças

Logo que nasceu, na UTI neonatal 
Era pra ser um simples trabalhinho de escola. Rafa precisava fazer uma espécie de linha do tempo desde que nasceu até hoje. Relembrando momentos marcantes de sua vida com textos e fotografias. A mãe aqui seria apenas uma coadjuvante para ajudá-lo a relembrar esses tais fatos e, claro, reunir as fotografias de cada ano. 

Mas, de repente, uma avalanche de lembranças e emoções tomou conta de mim. Como pode um serzinho ainda tão novo, que ainda sequer viveu longos anos de vida, trazer à tona tantas lembranças, saudades, a maior delas carregadas de alegria, outras que remetem a alguns momentos de dor, apreensão e ansiedade?

Rafa tem seis anos. Mês que vem completa sete. Poderia dizer sem titubear que ele "nasceu dia desses". Fecho os olhos e ainda lembro como foi quando recebi a notícia de que estava grávida de novo. Lembro perfeitamente do dia em que soube que seria um menino, o tão sonhado Rafael estava a caminho. Seguindo esse caminho imaginário lembro como se fosse hoje o dia em que me despedi da família e segui rumo ao centro cirúrgico para conhecer meu caçula. Era um misto de alegria e apreensão. Apreensão porque tinha deixado pra trás o filho mais velho, com apenas três anos e naquela hora bateu um medo lascado de que algo de ruim pudesse acontecer e me afastar dele. Alegria porque sabia que mais um pedacinho do meu coração estava prestes a bater fora de mim. 

De olhos fechados e coração pulsando forte, lembro do choro agudo e intenso daquele bebezinho, que parecia querer dizer algo. Lembro dos três longos dias intermináveis em que ele precisou ficar na UTI nenonatal porque estava com desconforto respiratório. A explicação dos médicos era de que Rafa tinha tido um estranhamento da vida fora do útero. Nascer é um choque, né Rafa? E assim como o susto, que você levou ao nascer, você também deu alguns sustinhos em nós um tempo depois... 


No aniversário de 1 aninho

O primeiro foi exatamente essa experiência difícil de conviver com o ambiente de uma UTI. Acompanhar de perto o drama de famílias que passam muitas vezes meses com seus bebês nesses ambientes, muitas vezes entre a vida e a morte, é, no mínimo uma aula prática de gratidão e amor à vida. O problema do Rafa, graças à Deus, não era dos mais graves. Mas ali aprendemos e vivenciamos de pertinho que a vida pode ser muito frágil. E que cada momento deve ser vivido com intensidade e valorizado por tudo o que temos e somos. 

Um tempo depois veio a notícia de que nosso bebê passaria pela primeira cirurgia para retirada de um cisto branquial. Hospital, anestesia, centro cirúrgico, pós operatório, muito choro - dele e nosso -. Mais uma experiência. Mais um passo. Aprendemos juntos a ser mais fortes. Anos depois, a segunda cirurgia. Já estávamos mais confiantes e, com isso, podemos dizer que tiramos de letra essa nova etapa. 

Primeiro dia de aula, aos 3 anos
Aí veio a escola, a nova rotina, as dificuldades de fala, as consultas na fono, as novas conquistas, os novos amigos, e aos poucos via que o sorriso desse menininho e a sua alegria mesmo diante dos momentos de dificuldade, se tornaram uma espécie de combustível para a gente seguir em frente, sem desanimar, sem desacreditar, sem nunca, jamais pensar em desistir. Mesmo nos momentos mais complicados que ele passou, ele soube sair de cabeça erguida. Essas dificuldades não foram apagadas da sua memória. Mas serviram de lição para seguir seu caminho. 

Esse ano, com a mudança de escola, estávamos apreensivos. Mas, agora, vendo ele sair todos os dias do colégio tão alegre, falante, sorridente e contando suas aventuras com os novos amigos, é um presente para nós. 

É Rafa, costumo dizer que não é por acaso esse nosso encontro nessa vida. Você veio para me ensinar muitas coisas, que eu precisava aprender e não poderia ter um "professor" melhor, do que você. 

Que delícia fazer esse trabalho de escola com você... certamente ele está recheado de amor e muitas lembranças deliciosas, que ficarão para sempre em nossos corações. 

Te amo, meu docinho! Hoje e sempre! 

Formatura da Ed. Infantil - 2015



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

ABAYOMI - Uma boneca cheia de cultura e história

Dia desses eu e os meninos participamos de uma vivência muito bacana entre mães e filhos. Foi um dia todo de interação com algumas atividades propostas. Uma delas, em especial, chamou minha atenção. Uma artesã propôs uma atividade em que deveríamos confeccionar bonecas Abayomi. Mas o que seria tais bonecas? A maioria das pessoas ali presentes não sabiam e o início da oficina foi exatamente uma breve explicação sobre essa arte, tão cheia de história e significado. 

Para entreter seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros - pequenos navios que fazia o transporte de escravos entre África e Brasil - as mães africanas, sem ter praticamente nada, rasgavam retalhos das barras de seus vestidos e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção e brinquedos também para suas crianças. As bonecas, que se tornaram uma espécie de símbolo da resistência, foram chamadas de Abayomi, um termo que quer dizer "encontro precioso". 

As bonecas não possuem costura alguma e nem demarcação de olho, nariz e boca. O acabamento final pode ser um vestido bem colorido e um turbante bem característico na cultura africana. 

Foi uma atividade de muita entrega e cumplicidade entre mães e filhos. Os meus meninos, por exemplo, tiveram mais dificuldade em fazer os pequenos nós, que demarcam cabeça, mãos e pés, e nessa hora a mãe aqui entrava em ação. Percebi que eles ficaram admirados em perceber que pequenos retalhes de tecido, aos poucos, iam se transformando numa boneca. E fiquei muito feliz em perceber que eles (e todos os outros meninos presentes) não ficaram em nenhum momento resistentes ou constrangidos por fazer bonecas. 

Não preciso nem falar que foi uma experiência incrível, né? Além de aprender a construir uma bonequinha tivemos uma baita aula de história, cultura e reflexão social. Os meninos adoraram e ficaram tocados em imaginar que a realidade das crianças escravizadas era muito, muito diferente da vida que eles levam hoje. 

Um momento muito bacana, que certamente ficará em nossa memória para sempre.  

Olha como ficaram nossas Abayomi´s: 




sábado, 4 de fevereiro de 2017

MUDANÇA DE ESCOLA - Com a palavra, os novos alunos!

Á caminho da escola para fechar a primeira
semana de aula do ano! 

Quinto e último dia de aula da PRIMEIRA SEMANA na NOVA ESCOLA. 

Uma semana que começou cheia de expectativas e insegurança e terminou mais tranquila e feliz. 

O saldo foi muito positivo. 





Sabemos que temos muito pela frente ainda e que ao longo do ano surgirão muitas alegrias e apreensões, afinal nem sempre tudo é como gostaríamos que fosse. 

Mas se a primeira impressão é a que fica estamos no lucro. Essa primeira impressão foi ótima e os meninos estão realmente bem confortáveis à nova rotina. 

Para finalizar essa "mini" série de posts do DIÁRIO DE BORDO dos meninos na nova escola, nada melhor do que ouvir as impressões dos verdadeiros protagonistas dessa história. 

Com a palavra, Mat e Rafa. 

Sucesso meninos! Mais uma vez vocês me surpreenderam com tanta coragem e força de vontade. Como sempre digo, vocês botaram a "vergonha no bolso" e encararam mais um desafio. Parabéns!