sábado, 7 de maio de 2016

FOTOGRAFIAS - Onde estão os velhos álbuns?

Eu sabia que um dia isso poderia acontecer. Talvez por isso a dor (e a raiva!) seja tão grande agora. 

Sou de uma família que adora fotografia. Meu pai, no final dos anos 70 e início dos 80 já cuidava com o maior zelo da sua maquina fotográfica caseirinha. Botava um rolo de filme de 36 poses e ia dando seus clics com cautela. O filme duraaaaaava. E todas as fotos eram muito bem pensadas, afinal não tinha como apagar ou excluir aquela imagem que não gostou. O resultado só veria depois de revelado o filme. A hora de abrir o envelope, lá mesmo no laboratório fotográfico, era emoção pura. E botar as fotos no álbum era trabalho de gente grande. Lembro como se fosse hoje dele escolhendo as fotos que mais gostou, abrindo o plástico do álbum e ajeitando as fotografias cuidadosamente. Aquilo era um tesouro. A história dos filhos e da família estava ali eternizada. 
O álbum feito pelo meu pai

A era digital chegou, os rolos de filme desapareceram e a facilidade tomou conta da situação. Ficou muito mais acessível tirar fotos. Não gostou, apaga na hora. Clicou e já olha se ficou boa. Faz pose daqui, pose dali. Uma foto? Nunca.Várias fotos. Que maravilha! No primeiro ano de vida meus filhos já tinham mais fotos do que eu tive na minha infância inteira. 

Evolução linda. Perfeita. Maravilhosa. Não fosse por uma questão: onde armazenar tanta fotografia? Aqui em casa tudo ficava no computador. Quando Matheus era pequeno (hoje ele tem 9 anos) eu ainda conseguia ter o hábito de imprimir algumas fotos. Ele tem dois ou três álbuns completos. Ufa! Eu pensava. Se eu perder os arquivos, tenho elas em papel aqui guardadinhas. Rafa, que nasceu uns anos depois, (está com 6 anos agora), tem bem menos fotos impressas. O hábito foi sumindo, deixado de lado, muitas e muitas fotos se acumularam e parar para escolher quais imprimir se tornou um trabalho para depois. 

O problema é que o depois foi passando e nunca chegou. A noite eu vejo. No final de semana consigo. Nas férias com certeza terei tempo para isso. Os anos passaram e o tal tempo não apareceu. 

Nesse meio tempo eu escutava várias histórias de amigos e conhecidos dizendo que o computador deu pau, que o HD externo queimou, que o pen drive sumiu, que o PC foi roubado e com eles sempre a lamentação de que as fotos (aquelas que contam a história da família) sumiram num passe de mágica. E todas as vezes que eu escutava essas histórias sentia um frio na barriga e dizia pra mim mesma "Eu preciso organizar minhas fotos". Mas, o tempo passava e tudo continuava na mesma. 

Aqui em casa temos dois HD´s externos. Mas como uma perfeita sagitariana imperfeita nunca consegui sequer fazer duas cópias iguais nos dois. Em alguns estão umas fotos. No outro, outras. Conclusão: se um deles queimar eu vou perder fotos de qualquer jeito. Mas também nunca consegui excluir as fotos do notebook. Ufa, pensava, estou segura de certo modo. 

Só pensei. Semana passada, dias antes do Rafa fazer aniversário o computador travou. Morreu. Não ligava de jeito nenhum. Levamos para assistência técnica. E, embora seja meu instrumento de trabalho, o que mais me preocupava era justamente a pasta Imagens... ah, as fotos, elas não saiam da minha cabeça. 


Álbuns

Uma semana depois. Depois de longos dias de angustia e tentativas não teve jeito. Do outro lado da linha a voz da atendente da assistência técnica veio como uma flecha no peito: Dona Adriana não teve jeito, tivemos que trocar o HD e não conseguimos recuperar as fotografias. Que droga, pensei. Mas ainda tinha um fio de esperança, afinal eu tenho dois HD´s externos. Nem tudo estava perdido. Ufa! Sim, nem tudo, não fosse o fato de eu ser sagitariana e não conseguir por motivos mais fortes do que eu ser uma pessoa organizada. Recuperei muita foto. Pelo menos os meninos saberão como eles eram quando bebês! Mas, perdi muita foto bacana do último ano. Da nossa última viagem de férias para Santa Catarina, da festa de aniversário do Rafa de 5 anos, das festinhas em família, das apresentações na escola. Enfim, 2015 foi praticamente apagado de nossa memória fotográfica. Salvo algumas poucas exceções que foram salvas no Instagram, Facebook e whats app dos amigos. 

Aí, nesse momento, repito exatamente a frase de abertura desse texto. Eu sabia que um dia isso poderia acontecer. Talvez por isso a dor (e a raiva!) seja tão grande agora. 

Como medida imediata (e de desespero e, de certa forma, de punição) já comprei dois desses álbuns que a gente monta online. E estou parecendo detetive à caça de fotos por ai. E tentando digerir tudo isso. Porque sei que o mundo não acabou, ninguém morreu e tem coisa muito mais importante para se preocupar na vida. Mas mesmo assim, o que passou passou... 

Portanto se você chegou até aqui faça backups das suas fotografias, monte álbuns de fotografia, salve as fotos em álbuns virtuais, drop box, google, blog ou seja lá o que for. Mas não confie em um lugar só. A menos que você não faça questão de guardar suas lembranças. 

Ah, outra conclusão: Preciso agendar uma nova viagem para Santa Catarina, voltar ao Beto Carreiro e Balneário Camburiu. Os registros da viagem do ano passado ficarão na memória. Mas já que foi tão bom não custa usar desse pretexto para repetir a dose, não? Afinal bom humor é tudo nessa hora! 



segunda-feira, 2 de maio de 2016

Carta de uma mãe para um filho que acaba de completar 6 anos - RAFAEL

Carta de uma mãe para o filho que acaba de completar 6 anos! 



Seis anos! 
Parece que foi ontem que sonhei com você. Que te desejei com todas as minhas forças e pedi à Deus que trouxesse você para mim. 
Parece que foi ontem que sabia que você viria. Que tinha certeza que faltava você para nossa família ser completa. Que sonhávamos com um irmão pro Matheus. E Deus, na sua infinita bondade, enviou o melhor irmão que ele poderia ter. 

Seis anos! 
Como é lindo ver você crescer. E ver que sua história é construída no amor e na inocência. 
Como é alegre notar a leveza como você encara a vida e as manobras naturais que encontra para driblar as pequenas dificuldades que já surgiram no seu caminho. 
Sim, você é um guerreiro. E com tão menos tempo de vida do que eu já passou por situações delicadas, que eu até hoje não sei o que é na prática algumas delas. 
Há seis anos você me ensina a ser mais forte, a encarar a vida com um novo olhar, a acreditar de fato no ser humano, a ter esperança. A cair e levantar sempre que for preciso.
Você me ensina diariamente que sempre há um outro caminho. Que nem sempre é o mais curto, mas muitas vezes o mais sereno e de amor. 



Seis anos! 

Como pode o tempo ter passado tão rápido? 
Cadê aquele bebê que chorava sem parar e me deixava à beira da loucura? 
Cadê aquele gorduchinho que adorava puxar a mochila de rodinhas do irmão, quando ainda nem ia pra escola? 
Cadê aquele bebê bagunceiro, que desde pequeno já gostava de bagunçar, subir, pendurar, escalar e já mostrava que adoraria uma aventura? 
Ah, Rafa... quantas histórias deliciosas já temos juntos, não? 


Seis anos! 
Que descobri o que é ter um filho comilão. E aqui faço um parenteses: eu merecia ter um filho comilão depois de ser mãe de um moleque que não comia absolutamente nada, como seu irmão. 
Que me fez incluir ovinhos de codorna na compra do mês (eu nunca tinha comprado ovo de codorna na vida!), que me levou para um restaurante chinês porque encasquetou que queria comer aquela comida, sem nunca sequer ter experimentado.
Que adora experimentar uma novidade. Que ama abrir o cardápio do restaurante e dizer: "Eu quero escolher o que vou comer!". 




Seis anos! 
Que convivo com um menino que é um misto de descontração e timidez. 
Que consegue transitar entre o prático e resolvido com o medroso e assustado em algumas situações. 
Que é estabanado e brutamontes, mas também carinhoso e adorável. 
Que aprendeu desde cedo a dizer "Eu te amo", "Estava com saudades", "Fica mais pertinho", "Me abraça mais um pouco" desde cedo. 
Que emociona a vovó Ivone todas as vezes que estende as mãozinhas espontaneamente para ajudá-la a andar na rua, quando ela tem dificuldade.

Seis anos! 
Que ganhei um mini chef.
Que descobri uma criança que adora pimenta, água tônica, espinafre e palmito. 
Que prefere beijinho a brigadeiro, coco a chocolate, salgado a doce. 
Que ama Fusca, Harley Davidson e corrida de Fórmula 1. 
Que joga futebol em todas as suas formas: na quadra, no campo, na sala e até futebol de botão. 




É Rafa. Você é único!
Um presentinho que o papai do céu enviou para nós. 
Obrigada por ter esse jeito Rafa de ser. 
E obrigada Deus por nos confiar um filho tão adorável e encantador. 
Amo você! 



quarta-feira, 20 de abril de 2016

PÉROLAS DO RAFA - Como chama o i de ponta cabeça?

"Mãe como chama aquele i de ponta cabeça?"


Rafa, 6 anos, querendo saber como chama o ponto de exclamação!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

QUEM NASCE EM GANA É?

Confesso que o tempo anda curto. Muito trabalho (graças à Deus) e pouco tempo pra me entregar ao blog. 

Mas deixar de registrar as pérolas e correr o risco de esquecer com o tempo, jamais! 

A seguir, a pérola do dia: 



Fazendo lição de geografia, um filho  (Mat) pergunta: "Mãe, quem nasce em Gana é Enganês?"
O outro (Rafa), rapidamente, responde: "Não. É enganado!"

Os ganeses que nos perdoem, mas que foi divertido foi. 




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

APÓSTROFO OU VÍRGULA VOADORA?

E aí em plena quarta-feira de cinzas sou surpreendida com essa pérola fofa do Matheus: 

"Mãe como chama mesmo aquela vírgula voadora?"

Ahhhh? 

Sim... ele se referia ao apóstrofo. 



domingo, 24 de janeiro de 2016

WET´N WILD - Porque é tão legal passar o dia em um parque aquático

Nós quatro na entrada do parque
Ontem foi dia de realizar sonho por aqui. Há algum tempo os meninos pediam para irmos a um parque aquático. Matheus, 9 anos, é um verdadeiro peixinho desde pequeno. Rafa, 5 anos, é um pouco mais receoso com o "universo aquático", mas nem por isso deixa de aproveitar uma boa brincadeira na água. O parque escolhido foi o Wet´n Wild, localizado na cidade de Itupeva, há 66 Km quilômetros da capital. Com 25 atrações, que juntas totalizam 7 milhões de litros de água tratada e reciclada, elas estão classificadas como: família, moderadas e radicais, promovendo diversão para todas as idades. O complexo todo possui uma área total de 116 mil metros quadrados e tem capacidade para receber até 12 mil pessoas por dia. É diversão que não acaba mais. 

O passeio começa logo que saímos de casa. Pegamos a estrada rumo à Itupeva com um solzinho ainda tímido aqui na capital. Conforme avançamos rumo ao interior o céu vai ficando mais azul e o sol, que estava tímido, já mostrava que seríamos presenteados com um dia lindo e ensolarado. Chegamos no parque por volta das 10h30 (o parque abre às 10h). E embora o estacionamento já estivesse com muitos carros, foi muito tranquilo estacionar e mais ainda a nossa entrada, sem grandes filas ou algo que pudesse atrasar a nossa diversão. 

Dentro do parque há a possibilidade de alugar armários para guardar objetos pessoais, documentos e roupas. Mas há também quem prefira deixar tudo no carro e, quando necessário ir até lá para pegar o que precisa. Nós alugamos o armário mais pela praticidade de ter acesso mais rápido e fácil aos nosso pertences, quando necessário. O parque também oferece serviço de aluguel de boias e uma variedade relativamente grande de lanchonetes e restaurantes para quando a fome bater. 


Meus amores: felizes!!! 
Trajes de banho prontos, pés descalços e todos com protetores solar. Pronto. É hora de literalmente mergulhar na diversão! Nossa estréia no Wet´n Wild foi em uma das atrações mais tranquilas, mas também mais frequentadas do parque todo: o Lazy River. Trata-se, como o próprio nome propõe, de um rio preguiçoso. É um riozinho de correnteza com 320 metros de extensão onde todos os visitantes podem se deixar levar sem medo, com ou sem boia (quem optar pela boia terá que alugá-la no próprio parque). A água estava meio fria, confesso, mas depois que tomamos coragem o corpo acostuma e aí é só seguir. Ali você vê de tudo. Jovens, casais de namorados, pais e filhos, idosos, enfim, é uma atração bem família e que agrada todos os gostos e idades. 

Seguindo pelo rio é possível escolher a sua próxima atração, já que ele percorre boa parte do parque. Nossa segunda parada foi na Ilha Misteriosa do Cascão. Essa atração está localizada na Hot Land e conta com tobogãs, duchas, chuveiros, quedas d´água, balanços, cones basculantes e mangueiras de esguichos. Ali tivemos uma surpresa. Enquanto Matheus e o primo Gustavo, 12 anos, que nos acompanhava, estavam preparados para escorregar no tobogã mais alto (o azul), Rafa travou literalmente diante do tobogã mais baixo (o vermelho). Travou e desistiu. Nessa hora vimos que nosso pequeno estava com muito medo. Triste ele me abraçou e chegou a falar que queria ir embora pra casa. Conversamos e resolvemos deixar os "grandes" com os respectivos pais naquele local e eu, ele e a tia Denise seguimos para uma outra área, com brinquedos ainda menores, para crianças bem pequenas. Com jeitinho, doses extras de paciência e dedicação, ali Rafa conseguiu se soltar nos pequenos escorregadores e quando menos esperamos ele já queria voltar para perto do irmão. Naquele momento meu pequeno ganhou confiança, se sentiu seguro e preparo para enfrentar o tal tobogã que ele travou. Sem estresse. Sem pressa. No tempo dele, como deve ser. E foi isso mesmo que aconteceu... Como se o Rafa com medo tivesse ido embora, um novo Rafa bem mais soltinho surgiu diante de nossos olhos. E a carinha de felicidade dele ao escorregar no toboágua vermelho estava estampada no sorriso mais lindo que já vi na vida! Pronto, ali nossa diversão em família realmente começou de fato! 


Math e Guga descendo a rampa
A nossa próxima parada foi um brinquedo radical. É uma espécie de pista de skate em que dois "corajosos" sentam em um bote e são empurrados lá de cima morro abaixo. Confesso, amarelei. Mas Matheus, o maridão e o primo foram. Me restou segurar o coração e tentar registrar a aventura dos três corajosos. 

De lá seguimos para o Twister. De uma altura equivalente a um prédio de seis andares e com 60 metros de comprimento, uma boia para duas pessoas desce em dois tobogãs que fazem curvas radicais em formato de serpentina. No início dá sim um friozinho na barriga, mas a sensação é tão boa, tão boa, que quando você cai na piscina já pensa em voltar. E foi isso que fizemos, mudamos as duplas e repetimos a dose na sequência. Nessa hora escutei do Guga: "Esse dia está sendo muuuuuito legal. Estou me divertindo muito!". Só por isso e pelos sorridos dos moleques já estava valendo muito a pena. 


Foto ilustrativa. Esse é o R4lly, que os meninos desceram.
Não tenho foto deles, porque o celular estava escondido da
água, nessa hora... snif! Perdi o registro! 
Lembra que disse que o Rafa chegou receoso e não queria enfrentar o tobogã infantil? Pois é... Quando o pai, o irmão e o primo resolveram encarar o R4LLy (uma nova atração do parque que consiste em um tobogã de quatros pistas, com 100 metros de extensão e uma altura equivalente a um prédio de seis andares. Os visitantes descem de cabeça para frente e barriga para baixo, com o apoio de um tapete aquático) ele também quis. Nessa hora bateu um medo. Não. Não nele. Em mim! Mas ele estava no limite permito de altura, então, resolvemos deixar. Eu fiquei lá embaixo, esperando a descida dos quatro corajosos da nossa turma. E quando vi meu pequeno deslizando "morro" abaixo tive a certeza de que meu baixinho é um gigante. Estava sim com medo, tenho certeza. Mas a vontade falou mais alto e ele enfrentou brilhantemente. Primeiro desceram Rafa e o pai, lado a lado. Na bateria seguinte vieram Matheus e Guga, como dois foguetes. Palmas para eles. Eu deixei para a próxima... rs. Infelizmente nessa hora o celular estava guardado no armário, por conta da água (esse lugar molha pra caramba quem está ao lado assistindo!) e não temos registro da descida deles... snif. 

O passeio continuou. Repetimos algumas atrações. Relaxamos no riozinho, brincamos muito na piscina de ondas, nos divertimos até. Na saída a sensação era um misto de cansaço com energias renovadas. Lavamos a alma! Um lugar onde adulto volta a ser criança, onde testamos nossos limites, enfrentamos medos, nos jogamos literalmente na brincadeira. Foi bom demais. E super recomendo para quem gosta e também para quem não é tão louco assim por água. Vale a pena. A gente sai zerado dali. Muito bom. 

Para mais informações sobre o Wet´n Wild acesse o site: http://www.wetnwild.com.br/

A seguir mais algumas fotos do parque: 








quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

FÉRIAS - Wet´n Wild oferece preço especial para crianças até 10 anos

As férias de verão estão aí e mesmo quem não tirou férias do trabalho busca opções de lazer para os dias de folga. Afinal, tem uma molecada com sede de diversão e muita, muita energia para gastar em casa. Andar de bicicleta no parque, patinar ao ar livre, jogar bola, organizar um piquenique entre amigos são alguns dos programas simples que costumam preencher o tempo da molecadinha e garantir muita diversão. Mas na hora de fazer um check list do que fazer com os meus moleques nas horas vagas - já que eles sim estão de férias, mas os pais não - lembrei de um passeio super propício para essa época do ano, que tem a "cara" do verão e é alegria garantida para a família toda. Que tal passar um dia num parque aquático? 

Em todo o país existem dezenas de parques aquáticos espalhados, o que facilita, muitas vezes fazer um bate e volta até uma cidade vizinha, sem a necessidade de ter um tempo maior para uma viagem mais prolongada.

Bem pertinho da capital (cerca de 70 Km), por exemplo, em Itupeva, está o Wet´n Wild. Com 25 atrações, que juntas totalizam 7 milhões de litros de água tratada e reciclada, elas estão classificadas como: família, moderadas e radicais, promovendo diversão para todas as idades. O complexo aquático todo possui uma área total de 116 mil metros quadrados e tem capacidade para receber até 12 mil pessoas por dia. É diversão que não acaba mais. 


Foto: divulgação


VERÃO SEM STRESS

O Wet´n Wild acaba de lançar a campanha "Verão sem Stress", que pode ser muito bacana para quem tem criança em casa. Até o dia 5 de fevereiro, o parque estará com uma promoção, inédita na alta temporada, para crianças até 10 anos, com ingresso ao valor de R$ 50,00. Para os menores de um metro de altura, o acesso ao parque tem preço fixo de R$ 15,00. Segundo o gerente de marketing do parque, Bruno Baldacci, a proposta é promover a alegria e a diversão. "Por isso criamos a campanha 'Verão sem Stress', que contempla um desconto inédito no ingresso para crianças até 10 anos, além de atividades especiais para toda a família", explica. 

Além do desconto para a molecada todos os finais de semana de janeiro o parque oferece ainda aos visitantes aulas de Hidro Axé, indicadas para público de todas as idades. 

Ta aí uma sugestão de passeio gostoso, que ajuda a recarregar as energias e é diversão garantida para toda a família. 

E você, o que tem feito de legal com seus filhotes nessas férias? 



Serviço: 

Wet´Wild - Acesso pela Rodovia dos Bandeirantes, Km 72 - Itupeva 
Telefone: 11 - 4496-8000
Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta – 10h às 18h | Sábado e Domingo – 10h às 18h30.
Valores do ingresso:
Promoção ‘Verão sem Stress’ – Crianças até 10 anos: R$ 50,00 (compra pelo WetShop e Bilheterias)
WetShop – parcelamento em até 3x (www.wetshop.com.br) – R$ 85,00 dias de semana   e R$ 105,00 finais de semana e feriados. Combos: 3 pessoas R$ 249,00 dias de semana e R$ 300,00 aos finais de semana e feriados | 5 pessoas R$ 375,00 dias de semana e R$ 450,00 aos finais de semanas e feriados.
Pontos de Vendas – Dias de semana R$ 80,00 e finais de semana e feriados R$100,00.
Bilheterias – R$ 140,00
*Consulte o calendário e mais informações no site. http://www.wetnwild.com.br/

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