Eu disse: "Pamonha, pamonha, pamonha de Piracicaba!"
O Matheus repetiu: "Pamonha, pamonha, pamonha de Capacipicaba!"
Sempre pensei que tiraria de letra o segundo filho, afinal já possuía a experiência de ser mãe. Caí do cavalo! Tirando a parte prática - digo: dar banho, amamentar, trocar fraldas -, todo o resto é novidade, afinal são dois seres distintos, com personalidades, temperamentos, qualidades e defeitos completamente diferentes. Ensinando, cuidando e educando meus meninos, descubro a cada dia que tenho muito a aprender com cada um deles. E são essas experiências que pretendo registrar por aqui.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
25a SEMANA DE GESTAÇÃO!!!
Comentário: Sinto muita dor nas costas, principalmente no período da tarde, durante o trabalho, quando passo a maior parte do tempo sentada! Detalhe: numa cadeira horrível!
O comprimento do seu bebê nessa semana pode estar por volta de 22cm e pesar 700g.
As mãos já abrem e fecham. Que legal! O corpo cresce mais que a cabeça: tronco e membros tornam-se proporcionais. Ainda tem pouca gordura. O bebê já percebe a luz.
Se o bebê nascer nesta semana, ele tem chances de sobreviver, mas o prognóstico de seqüelas permanentes é grande.
A mamãe pode sentir uma pressão nas costelas e região lombar.
As estrias podem aparecer, faça uma boa hidratação desde o começo da gravidez.
Dores nas costas - É uma reclamação comum das mamães. Procure estar atenta à sua postura, sempre ereta. Use sapatos baixos e descanse sempre elevando os pés. O uso de cinta de suspensão e contenção abdominal é indicado quando orientado por seu médico.
ATENÇÃO! A medida do bebê dentro da barriga da mãe, informada aqui, é a medida feita da cabeça do bebê até o bumbum (céfalo-caudal).
O comprimento do seu bebê nessa semana pode estar por volta de 22cm e pesar 700g.
As mãos já abrem e fecham. Que legal! O corpo cresce mais que a cabeça: tronco e membros tornam-se proporcionais. Ainda tem pouca gordura. O bebê já percebe a luz.
Se o bebê nascer nesta semana, ele tem chances de sobreviver, mas o prognóstico de seqüelas permanentes é grande.
A mamãe pode sentir uma pressão nas costelas e região lombar.
As estrias podem aparecer, faça uma boa hidratação desde o começo da gravidez.
Dores nas costas - É uma reclamação comum das mamães. Procure estar atenta à sua postura, sempre ereta. Use sapatos baixos e descanse sempre elevando os pés. O uso de cinta de suspensão e contenção abdominal é indicado quando orientado por seu médico.
ATENÇÃO! A medida do bebê dentro da barriga da mãe, informada aqui, é a medida feita da cabeça do bebê até o bumbum (céfalo-caudal).
FIZ ARTE!
Hoje acordei com uma disposição que não tinha há meses. E fiz uma arte! Arte no sentido de traquinagem mesmo, de coisa errada. Pintei a sacada do apartamento com a fiel companhia do Matheus.
Tudo seria absolutamente normal se eu não tivesse com um barrigão de seis meses de gestação! Confesso: acabo de me arrepender! Estou cansada, com dor nas pernas e uma dorzinha chata no pé da barriga. E, nessas horas, fico com medo de ter feito algo de ruim pro baby.
A sacada ficou legal... limpinha com cara de casa nova. Do jeito que eu adoro! Cansei de pedir pro Rê, mas definitivamente o meu tempo é muito diferente do dele. Quero tudo pra ontem, no máximo pra hoje! Ele é sempre amanhã, tudo para depois. Decidi que não vou me estressar mais com isso. Sempre que puder vou fazer, claro, respeitando meus limites de "senhora gestante".
Mas no fundo foi divertido. Matheus se mostrou um super parceiro mais uma vez. E não é que o pequeno ajuda mesmo! Adooooro!
Tudo seria absolutamente normal se eu não tivesse com um barrigão de seis meses de gestação! Confesso: acabo de me arrepender! Estou cansada, com dor nas pernas e uma dorzinha chata no pé da barriga. E, nessas horas, fico com medo de ter feito algo de ruim pro baby.
A sacada ficou legal... limpinha com cara de casa nova. Do jeito que eu adoro! Cansei de pedir pro Rê, mas definitivamente o meu tempo é muito diferente do dele. Quero tudo pra ontem, no máximo pra hoje! Ele é sempre amanhã, tudo para depois. Decidi que não vou me estressar mais com isso. Sempre que puder vou fazer, claro, respeitando meus limites de "senhora gestante".
Mas no fundo foi divertido. Matheus se mostrou um super parceiro mais uma vez. E não é que o pequeno ajuda mesmo! Adooooro!
domingo, 24 de janeiro de 2010
CURTAS
Matheus: "Mamãe vem aqui! Vem assistir desenho comigo!"
Eu: "Já vou Matheus. Tô indo"
Matheus: "Mamãe, agora!"
Eu: "Só um minuto!"
Matheus: "Mamãe quero deitar no sofá com vc. Vem aqui vai"
Eu: "Já estou acabando"
Matheus levanta, me pega pelo braço e diz: "Vem mamãe, deixa isso e vem cuidar de mim"
Eu larguei tudo e fui. Não resisti.
Hoje cedo, saindo pra trabalhar eu disse: "Rê assim que der varre a sala pra mim"
Rê: "Ok, mas só depois do Auto Esporte"
Eu: "Matheus não deixa o papai esquecer de varrer o chão"
Matheus: "Tá mamãe, mas só depois do Auto Esporte!"
Tal pai, tal filho!
Ontem de manhã:
Matheus: "Mamãêêêêê!", gritou do quarto dele.
Eu pulando da cama: "Oi filho, o que foi?"
Matheus: "Você me deixou aqui sozinho, a noite inteirinha!", disse bravo.
Eu: "Viu só como vc está grandão! Já pode ficar sozinho!"
Matheus: "Mamãe não posso não! Fica aqui comigo um pouquinho!", disse dando risada.
Sem-vergonhaaaaaaaaaaaa!
Eu: "Já vou Matheus. Tô indo"
Matheus: "Mamãe, agora!"
Eu: "Só um minuto!"
Matheus: "Mamãe quero deitar no sofá com vc. Vem aqui vai"
Eu: "Já estou acabando"
Matheus levanta, me pega pelo braço e diz: "Vem mamãe, deixa isso e vem cuidar de mim"
Eu larguei tudo e fui. Não resisti.
Hoje cedo, saindo pra trabalhar eu disse: "Rê assim que der varre a sala pra mim"
Rê: "Ok, mas só depois do Auto Esporte"
Eu: "Matheus não deixa o papai esquecer de varrer o chão"
Matheus: "Tá mamãe, mas só depois do Auto Esporte!"
Tal pai, tal filho!
Ontem de manhã:
Matheus: "Mamãêêêêê!", gritou do quarto dele.
Eu pulando da cama: "Oi filho, o que foi?"
Matheus: "Você me deixou aqui sozinho, a noite inteirinha!", disse bravo.
Eu: "Viu só como vc está grandão! Já pode ficar sozinho!"
Matheus: "Mamãe não posso não! Fica aqui comigo um pouquinho!", disse dando risada.
Sem-vergonhaaaaaaaaaaaa!
O BAÚ DE BRINQUEDOS FINALMENTE ESTÁ NASCENDO!
Desde que o Matheus começou a ganhar seus primeiros brinquedos eu ainda não tinha decidido qual a melhor forma de armazená-los ou, de uma forma mais direta, tirá-los do meio da casa! Provisoriamente compramos uma caixa de plástico desmontável. O provisório virou fixo e precisamos investir em uma segunda caixa. Mas confesso que elas nunca me agradavam. Os brinquedos ficavam expostos demais ao pó e davam um ar de bagunça constante no quarto.
O tempo passou e a coisa foi ficando desse jeito mesmo. Até que tivemos que refazer os móveis do quarto do Matheus para receber o Rafinha. E, tcham tcham tcham, o quarto é "tão grande, tão grande", que não sobrou espaço para as caixas de brinquedos. E agora? Onde enfiar tantos "cacarecos"? Minha primeira vontade, confesso, foi joga-los pela janela. A segunda, botar tudo num saco e sumir com aquilo tudo dalí. Mas o bom senso bateu, ainda bem. Vale um parênteses aqui: frequentemente separo brinquedos mais velhos, que ele não brinca mais e despacho para outras crianças. Mas brinquedos novos estão sempre "brotando"... parece até que o fundo dessas caixas tem uma espécie de adubo mágico que faz a multiplicação dos brinquedos!
Enfim, voltando. Depois de muito matutar decidi que a saída seria fazer um baú de madeira, com tampa, bonito e que desse para deixar na sala. Portanto teria que ter "cara" de peça de decoração e não de baú de brinquedos. Uma saída seria revestí-lo com fotografias da família, todas em preto e branco. Ok, a idéia estava fechada, bastava botar o trabalho em prática.
O primeiro passo foi mandar fazer o baú. Claro, que não deu certo. O marceneiro, que prometeu entregar a peça em uma semana, levou cinco! Muito estresse, muitas ligações e, finalmente ele entregou. E adivinha? As medidas estavam erradas. Ele fez um bau tão grande que eu poderia guardar os brinquedos, o Matheus, o Rafinha e mais alguns amiguinhos da escola juntos! Imenso. Surtei. O Rê levou o trambolho de volta para a marcenaria no mesmo dia. Duas semanas mais e finalmente a peça chegou, do jeito que a gente havia pedido.
Nesse meio tempo eu já havia selecionado as fotografias, mandei revelar em PB e em tamanhos diferentes. Numa tardinha de folga comecei a labuta. E percebi o quanto me daria trabalho... Detalhe por detalhe, fotos recortadas, outras inteiras, achar melhores posições, enfim, um trabalhão. Tudo isso, claro, com a presença constante e fiel do meu escudeiro Matheus, que não desgrudava um segundo do tubo de cola: "Mamãe já posso colar?", ele perguntava. "Não Matheus, ainda não!", eu dizia com a paciência pequenaaaaaaaaaa, mas tentando ser o mais tranquila possível, afinal aquilo era para ser uma terapia e não uma tortura.
Enfim, afixei as fotografias com durex e vez ou outra fazia alguma modificação. Ontem, depois de um dia de plantão na TV, criei coragem para colar definitivamente as fotos. Claro, com o Matheus por perto. E o Matheus, sempre com o bastão de cola na mão! Fiquei umas três horas e meia sentada no chão. No final a bunda estava quadrada e a coluna já tinha ido pro espaço. Mas valeu, gostei do resultado até agora.
Ainda falta o acabamento final na alça da tampa e por fim a plastificação. Matheus ficou feliz. Ele adorou a idéia de se ver no baú. E mais ainda por ter ajudado a mamãe a colar... "Batante cola mamãe, batante cola", ele dizia, assim mesmo, sem o "s" do bastante!
Depois boto foto do baú aqui!
O tempo passou e a coisa foi ficando desse jeito mesmo. Até que tivemos que refazer os móveis do quarto do Matheus para receber o Rafinha. E, tcham tcham tcham, o quarto é "tão grande, tão grande", que não sobrou espaço para as caixas de brinquedos. E agora? Onde enfiar tantos "cacarecos"? Minha primeira vontade, confesso, foi joga-los pela janela. A segunda, botar tudo num saco e sumir com aquilo tudo dalí. Mas o bom senso bateu, ainda bem. Vale um parênteses aqui: frequentemente separo brinquedos mais velhos, que ele não brinca mais e despacho para outras crianças. Mas brinquedos novos estão sempre "brotando"... parece até que o fundo dessas caixas tem uma espécie de adubo mágico que faz a multiplicação dos brinquedos!
Enfim, voltando. Depois de muito matutar decidi que a saída seria fazer um baú de madeira, com tampa, bonito e que desse para deixar na sala. Portanto teria que ter "cara" de peça de decoração e não de baú de brinquedos. Uma saída seria revestí-lo com fotografias da família, todas em preto e branco. Ok, a idéia estava fechada, bastava botar o trabalho em prática.
O primeiro passo foi mandar fazer o baú. Claro, que não deu certo. O marceneiro, que prometeu entregar a peça em uma semana, levou cinco! Muito estresse, muitas ligações e, finalmente ele entregou. E adivinha? As medidas estavam erradas. Ele fez um bau tão grande que eu poderia guardar os brinquedos, o Matheus, o Rafinha e mais alguns amiguinhos da escola juntos! Imenso. Surtei. O Rê levou o trambolho de volta para a marcenaria no mesmo dia. Duas semanas mais e finalmente a peça chegou, do jeito que a gente havia pedido.
Nesse meio tempo eu já havia selecionado as fotografias, mandei revelar em PB e em tamanhos diferentes. Numa tardinha de folga comecei a labuta. E percebi o quanto me daria trabalho... Detalhe por detalhe, fotos recortadas, outras inteiras, achar melhores posições, enfim, um trabalhão. Tudo isso, claro, com a presença constante e fiel do meu escudeiro Matheus, que não desgrudava um segundo do tubo de cola: "Mamãe já posso colar?", ele perguntava. "Não Matheus, ainda não!", eu dizia com a paciência pequenaaaaaaaaaa, mas tentando ser o mais tranquila possível, afinal aquilo era para ser uma terapia e não uma tortura.
Enfim, afixei as fotografias com durex e vez ou outra fazia alguma modificação. Ontem, depois de um dia de plantão na TV, criei coragem para colar definitivamente as fotos. Claro, com o Matheus por perto. E o Matheus, sempre com o bastão de cola na mão! Fiquei umas três horas e meia sentada no chão. No final a bunda estava quadrada e a coluna já tinha ido pro espaço. Mas valeu, gostei do resultado até agora.
Ainda falta o acabamento final na alça da tampa e por fim a plastificação. Matheus ficou feliz. Ele adorou a idéia de se ver no baú. E mais ainda por ter ajudado a mamãe a colar... "Batante cola mamãe, batante cola", ele dizia, assim mesmo, sem o "s" do bastante!
Depois boto foto do baú aqui!
SER MÃE!
"Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo".
Li essa frase outro dia e me encontrei nela. Por isso o registro.
Li essa frase outro dia e me encontrei nela. Por isso o registro.
Assinar:
Postagens (Atom)
