E quando bate uma saudade dos filhotes bebês?
Rafa com um ano e meio e Mat com 5 anos.
O relógio está correndo rápido demais... Só acho!
Sempre pensei que tiraria de letra o segundo filho, afinal já possuía a experiência de ser mãe. Caí do cavalo! Tirando a parte prática - digo: dar banho, amamentar, trocar fraldas -, todo o resto é novidade, afinal são dois seres distintos, com personalidades, temperamentos, qualidades e defeitos completamente diferentes. Ensinando, cuidando e educando meus meninos, descubro a cada dia que tenho muito a aprender com cada um deles. E são essas experiências que pretendo registrar por aqui.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
COMPORTAMENTO - Exposição é passeio de criança sim!
Dia desses li um texto ótimo na internet da Mirtes Aquino, que dizia, em resumo, mais ou menos o seguinte. "A crença de que tem locais que só agradam adultos e locais que só agradam crianças é uma grande falácia, mas que se mostra muito conveniente ao mercado que oferta produtos/serviços diferenciados para crianças. Quer um exemplo: se vocês curtem museus e os visitam com frequência, é claro que as crianças vão gostar de ir a museus (...). Mas se vocês não gostam e não frequentam, nem adianta que as crianças não vão gostar - e provavelmente nem os adultos".
Esse texto veio bem a calhar por aqui e explico porque. Em casa costumamos levar os meninos para todo tipo de passeio. De parque público com área verde à exposições em museus, passando por um passeio mais radical num parque de diversões até chegar na pracinha do bairro. Tudo aqui rola sem nenhum pré-conceito. Não valorizamos menos as horas que passamos juntos na pracinha do bairro por ser um passeio mais simples. Não valorizamos mais "aquele" dia especial que vivenciamos no parque "x", que gerou um custo maior por isso. Acreditamos que os momentos que passamos em família são os melhores, por si só. A companhia vale mais do que o lugar em si e tentamos repassar esse conceito de família, união para os meninos a cada gesto. E, claro, no final de cada passeio e diversão cada um dia se curtiu, se não curtiu e se merece um repeteco ou não.
Desde muito cedo meus meninos - Matheus hoje com 9 e Rafael com 5 - frequentam museus e espaços culturais. E, assim como passear no parque ou andar de patins na praça, esse é sim um passeio divertido para eles. Digo isso porque sou surpreendida com uma certa frequência por comentários de pessoas que ficam admiradas quando sabem que estivemos em um museu "x" ou que visitamos uma exposição "y".

Na semana passada foi a vez de conhecermos a exposição "Com Ciência", da artista australiana Patricia Piccinini, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. A chegada ao CCBB por si só foi um passeio a parte. Fomos de metrô, caminhamos a pé juntos pelas ruas do centro numa tarde ensolarada de primavera. Eles fizeram mil perguntas, reconheceram o Theatro Municipal, acharam engraçado o nome do Viaduto do Chá e assim chegamos ao nosso destino. Para evitar muita espera (afinal, criança cansa!) agendei nossa visita pela internet. E o esquema funciona muito bem. No horário certinho é liberado para o grupo daquele determinado horário entrar e iniciar a visita.
A exposição está simplesmente um arraso e como são esculturas grandes e muito chocantes fazem os olhinhos de crianças e adultos brilharem. Para quem não conhece essa mostra, explico: são todas esculturas feitas de fibra de vidro e silicone e a artista se utiliza do realismo como linguagem, apresentando ao espectador um universo de criaturas desconhecidas, porém palpáveis e surpreendentemente afetuosas. A mostra mistura peças que se parecem muito com seres humanos reais (de longe você fica certa de que é uma pessoa de verdade!) com outras de seres grotescos, mas com olhares muito suaves, cheios de ternura, que evita que o público se assuste com elas, o que acaba até aguçando a criatividade de cada um.

Os comentários que escuto de cada um deles durante a visita vale mais do que tudo. Rafa no início teve repulsa pela primeira peça, que viu. Passados alguns minutos já estava tão familiarizado com que via, que chegou a dizer para um monitor que queria ter um "bichinho" daquele em casa. Matheus gostou de ver que os bonecos usavam tênis muito parecidos com os seus favoritos. Ambos perceberam que os olhares das crianças e dos seres estranhos eram cheios de carinho... Ficaram curiosos para saber como a artista conseguiu colocar pêlos tão reais nas pernas dos personagens e se divertiram vendo situações inusitadas como o menino que estava no topo de um monte de cadeiras empilhadas.
Ficamos pouco mais de uma hora percorrendo os quatro andares do CCBB e, no final, ouvi a seguinte frase do Rafa: "Podemos voltar outro dia? Gostei tanto!".
E, confesso, todas as vezes que fomos em exposições ouvi comentários parecidos dos meninos no final do passeio. Daí, a lição. Exposição não é passeio chato e careta. Pode ser um passeio divertido sim para todas as idades. Assim como é divertido brincar no tanque de areia, no play do prédio e ficar de papo pro ar num dia de preguiça dentro de casa. Crie coragem, escolha uma que chame sua atenção e se jogue. Você (e seus filhos) podem curtir muito essa nova descoberta.
Alguns cliques do nosso passeio:
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| All Star - azul no pé do boneco e preto no pé do Mat! |
Serviço:
Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Álvares Penteado, 112 - Centro.
Mais informações no site do CCBB http://culturabancodobrasil.com.br/portal/
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
MOLUSCO CONTAGIOSO - Adeus às bolinhas brancas na pele!
No começo da semana meu caçula precisou passar por um procedimento para retirada de MOLUSCO CONTAGIOSO da pele. O procedimento foi super rápido (feito no próprio consultório da dermatologista), quase indolor (com a aplicação de uma pomada anestésica, não foi nenhum bicho papão) e tranquilo pro baixinho (que ganhou até um parabéns da médica por ter aguentado firme e forte).
Mas o que é afinal esse tal Molusco Contagioso, que é relativamente comum aparecer na pele, principalmente, da molecada?
Uns anos atrás o meu grandão também teve. Mas na época foi possível tratar em casa usando um medicamento que a dermato receitou e mandamos manipular em farmácia. Foi super tranquilo. Mas com o Rafa foi diferente. O mesmo remédio não fez efeito e as "bolinhas" ficaram lá grudadinhas na pele (e algumas até aumentaram de tamanho).
O molusco contagioso é uma infecção viral contagiosa relativamente comum caracterizada pelo surgimento de nódulos na pele - muitas vezes confundidos com verrugas.
É causado por um vírus que é membro da família dos poxvírus - o maior tipo de vírus já identificado. O contato direto é a forma de contágio mais comum que existe para esse tipo de infecção. O vírus espalha-se por meio de contato com objetos contaminados, como toalhas, roupas ou brinquedos.
Acredita-se que o molusco contagioso seja mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido como no caso de soropositivos e, em crianças, especialmente as que tem dermatite atópica (que é o caso dos meus filhotes!).
Tratamento
Embora sejam indolores, confesso que incomoda ver aquelas bolinhas (no caso do Rafa eram várias) espalhadas pelo corpo. Fora que como são contagiosas, devem também ser eliminadas para evitar que sejam transmitidas para outras pessoas do seu convívio. Quando não são retiradas devem ser cobertas para evitar o contato de toque. Sabe-se que as bolinhas podem sumir por si só depois de um tempo, mas pode levar até 4 anos para isso acontecer.
O tratamento consiste na destruição das lesões, que podem ser feitas através da eletrocoagulação, criocirurgia, curetagem, cauterização química ou expressão manual. Quando curetada ou retirada manualmente, elimina um conteúdo semelhante a uma "massa" esbranquiçada.
Uma alternativa de tratamento é o uso de imunomoduladores, no qual a aplicação do produto modifica a resposta imune nas áreas tratadas, levando à eliminação das lesões.
A recomendação médica é iniciar o tratamento quando surgem as primeiras lesões, evitando a disseminação que ocorre, em alguns casos.
No caso do Rafa, a dermatologista aplicou uma pomada anestésica para ele não sentir dor. Depois de alguns minutos fez a curetagem manualmente. Pronto. Alguns minutos depois, Rafa disse adeus às bolinhas branca e estava liberado para seguir sua vida normalmente.
Mas o que é afinal esse tal Molusco Contagioso, que é relativamente comum aparecer na pele, principalmente, da molecada?
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| Imagem meramente ilustrativa extraída da internet |
Uns anos atrás o meu grandão também teve. Mas na época foi possível tratar em casa usando um medicamento que a dermato receitou e mandamos manipular em farmácia. Foi super tranquilo. Mas com o Rafa foi diferente. O mesmo remédio não fez efeito e as "bolinhas" ficaram lá grudadinhas na pele (e algumas até aumentaram de tamanho).
O molusco contagioso é uma infecção viral contagiosa relativamente comum caracterizada pelo surgimento de nódulos na pele - muitas vezes confundidos com verrugas.
É causado por um vírus que é membro da família dos poxvírus - o maior tipo de vírus já identificado. O contato direto é a forma de contágio mais comum que existe para esse tipo de infecção. O vírus espalha-se por meio de contato com objetos contaminados, como toalhas, roupas ou brinquedos.
Acredita-se que o molusco contagioso seja mais comum em pessoas com sistema imunológico enfraquecido como no caso de soropositivos e, em crianças, especialmente as que tem dermatite atópica (que é o caso dos meus filhotes!).
Tratamento
Embora sejam indolores, confesso que incomoda ver aquelas bolinhas (no caso do Rafa eram várias) espalhadas pelo corpo. Fora que como são contagiosas, devem também ser eliminadas para evitar que sejam transmitidas para outras pessoas do seu convívio. Quando não são retiradas devem ser cobertas para evitar o contato de toque. Sabe-se que as bolinhas podem sumir por si só depois de um tempo, mas pode levar até 4 anos para isso acontecer.
O tratamento consiste na destruição das lesões, que podem ser feitas através da eletrocoagulação, criocirurgia, curetagem, cauterização química ou expressão manual. Quando curetada ou retirada manualmente, elimina um conteúdo semelhante a uma "massa" esbranquiçada.
Uma alternativa de tratamento é o uso de imunomoduladores, no qual a aplicação do produto modifica a resposta imune nas áreas tratadas, levando à eliminação das lesões.
A recomendação médica é iniciar o tratamento quando surgem as primeiras lesões, evitando a disseminação que ocorre, em alguns casos.
No caso do Rafa, a dermatologista aplicou uma pomada anestésica para ele não sentir dor. Depois de alguns minutos fez a curetagem manualmente. Pronto. Alguns minutos depois, Rafa disse adeus às bolinhas branca e estava liberado para seguir sua vida normalmente.
FONTES utilizadas nesse post:
http://www.minhavida.com.br/
http://www.dermatologia.net/
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PÉROLAS DO RAFA,
REPORTAGEM
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
MASTERCHEF - O dia em que o Rafa se superou em suas pérolas!
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| Prova do dia (de casa): descascar ovinhos de codorna! rs |
Take 1 - Rafa "do contra" - "Mãe, não entendo porque todos vocês estão torcendo pro Raul. Vou torcer pra Izabel... pelo menos se eu ganhar, levo o ouro aqui em casa na torcida..."
Take 2 - Rafa "pensador" - "Mãe preciso saber... E se na hora que a prova final começar o Raul e a Izabel sentirem vontade de fazer xixi e coco. Eles podem ir ao banheiro ou vão precisar ficar segurando esse tempo todo?"
Take 3 - Rafa "comilão" - "Eu queria mesmo era ser um dos chefs pra experimentar toda essa comida e dar minha nota..."
Take 4 - Rafa "apaixonado" - "Não me conformo que a Jiang saiu do programa... Ela é tão fofinha..."
Take 5 - Rafa "fono" - "Mãe, a Jiang fala cebora, né? Eu falava ceboia, né? Será que ela precisa ir na fono também pra falar direitinho cebola?"
Take 6 - Rafa "cansado" - "Mãe, vou dormir... Mas fica aí acordada e me conta amanhã quem ganhou... Eu sei que vai ser a Izabel, não fica triste não tá... Boa noite! "
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| Rafa, meu super-mega masterchef: Aprendendo a picar alface - faca sem corte, claro! |
terça-feira, 15 de setembro de 2015
NUGGETS CASEIRO - "Essa ´marca´é a melhor de todas mãe!"
Não é de hoje que os nuggets me atormentam. E explico porque.
A praticidade de tirar o franguinho empanado, pronto e com cara de inofensivo da caixinha é tentadora. Frito fica suculento. Mas para amenizar o peso na consciência durante muito tempo eu assei o bendito, achando que assim eu estava tendo uma opção mais saudável. Até estaria, de fato, não fosse o fato do frango já ser frito lá na fábrica, antes de pular pra dentro da caixinha... É o tipo de situação "me engana que eu gosto" ou "dos males o menor". Sabe como é?
Confesso que sempre fiz poucos nuggets em casa, mas na hora do aperto, da correria, do tempo curto, ele era sim uma salvação. Salvação do mal, daquelas que é tipo uma "pedra no sapato", que incomodava, mas eu não largava.
E aí você deve estar pensando: "Credo, que exagerada, que mal faz alguns nuggets pra criança vez ou outra." Pois bem... basta ler um pouquinho sobre alimentação saudável para ter noção de como esses alimentos industrializados, processados, cheio de gordura saturada fazem mal para a vida a longo prazo. Se faz mal, se não tem vitamina de fato, se não tem um motivo justo que o faça ser importante em uma dieta, para que consumir então? Ah, porque criança gosta e, afinal, e a correria do dia a dia? Pois bem... assim a gente vira aos poucos lata de lixo dessa loucura desenfreada do dia a dia e dessa mania de consumir tudo o que é praticidade que se vê pela frente.
Até pouco tempo atrás os nuggets ainda nos visitavam esporadicamente. A gota d´água, no nosso caso, foi o dia que ao partir um deles no prato do Rafa, encontrei uma pedra. Sim. Pedra mesmo. Eu até tentei acreditar que era um ossinho do frango. Eu queria acreditar. Mas não dava para me enganar... era uma pedrinha. Melhor nem pensar como a intrusa foi parar dentro do frango e, por pouco, dentro da barriga do Rafa. Acho que esse era o motivo que faltava para eu dar um basta definitivo nos franguinhos da caixinha por aqui...
Mas a correria e a falta de tempo ainda existem na nossa rotina diária. E, por conta disso, fui atrás de uma receita de nuggets caseiro, que eu pudesse fazer num dia com tempo e congelar para os momentos de aperto.
A receita testada e super aprovada aqui em casa é da Thais Ventura, do blog As Delicias do Dudu. E olha, garanto, não sou nenhuma mega-blaster-master cozinheira e nem tenho grandes habilidades com pratos elaborados. Portanto, se eu fiz, qualquer pessoa com vontade de fazer vai conseguir. A receita é prática, não leva muito tempo e fica deliciosa. O rendimento depende muito do tamanho que você vai fazer, mas a minha dá em torno de 20, 25 unidades.
E o mais incrível de toda essa história é que enquanto eu fazia, no fundo, pensava: "Meu Deus, será que os meninos vão gostar?" Resumo da história: no primeiro dia que comeram ouvi do Matheus, que é mais "enjoadinho" para experimentar novas receitas: "Nossa, mãe, que delícia! Que marca é esse nuggets que é mais gostoso que o outros? Compra sempre desse...".
Acho que só por isso já vale muito a pena, não? Temperinho caseiro, fresco, frango moído na hora, enfim, só não faz quem realmente não quiser.
Deixo a receita aqui, mas vou colocar também o link do blog da Thais, pois lá você consegue ver fotos do passo a passo, o que ajuda bastante.
Arrisque-se e se abra para novas descobertas. Vale a pena.
Os nossos ficaram assim:
NUGGETS CASEIRO (by As Delícias do Dudu)
500 gramas de peito de frango
1 cebola média
Salsinha e cebolinha a gosto
1 ovo
Açafrão ou qualquer outro tempero que gostem de usar em casa
Sal
2 dentes de alho
PREPARO:
Bata tudo no processador, exceto o ovo e o sal. Deixe triturar bem. Adicione o ovo. Transfira para um recipiente e coloque o sal. Vai ficar uma pasta. Com o auxilio de duas colheres (ou com as mãos) pegue a quantidade desejada e empane em uma mistura feita com farinha de rosca e trigo (mais rosca que trigo). Distribua-os em uma assadeira e regue com pouco azeite. Leve ao forno. Caso não queira consumir na hora, só envolver em plástico filme e levar ao freezer.
Para acessar o post com fotos, clique no link abaixo:
Nuggets Caseiro - As Delicias do Dudu
A praticidade de tirar o franguinho empanado, pronto e com cara de inofensivo da caixinha é tentadora. Frito fica suculento. Mas para amenizar o peso na consciência durante muito tempo eu assei o bendito, achando que assim eu estava tendo uma opção mais saudável. Até estaria, de fato, não fosse o fato do frango já ser frito lá na fábrica, antes de pular pra dentro da caixinha... É o tipo de situação "me engana que eu gosto" ou "dos males o menor". Sabe como é?
Confesso que sempre fiz poucos nuggets em casa, mas na hora do aperto, da correria, do tempo curto, ele era sim uma salvação. Salvação do mal, daquelas que é tipo uma "pedra no sapato", que incomodava, mas eu não largava.
E aí você deve estar pensando: "Credo, que exagerada, que mal faz alguns nuggets pra criança vez ou outra." Pois bem... basta ler um pouquinho sobre alimentação saudável para ter noção de como esses alimentos industrializados, processados, cheio de gordura saturada fazem mal para a vida a longo prazo. Se faz mal, se não tem vitamina de fato, se não tem um motivo justo que o faça ser importante em uma dieta, para que consumir então? Ah, porque criança gosta e, afinal, e a correria do dia a dia? Pois bem... assim a gente vira aos poucos lata de lixo dessa loucura desenfreada do dia a dia e dessa mania de consumir tudo o que é praticidade que se vê pela frente.
Até pouco tempo atrás os nuggets ainda nos visitavam esporadicamente. A gota d´água, no nosso caso, foi o dia que ao partir um deles no prato do Rafa, encontrei uma pedra. Sim. Pedra mesmo. Eu até tentei acreditar que era um ossinho do frango. Eu queria acreditar. Mas não dava para me enganar... era uma pedrinha. Melhor nem pensar como a intrusa foi parar dentro do frango e, por pouco, dentro da barriga do Rafa. Acho que esse era o motivo que faltava para eu dar um basta definitivo nos franguinhos da caixinha por aqui...
Mas a correria e a falta de tempo ainda existem na nossa rotina diária. E, por conta disso, fui atrás de uma receita de nuggets caseiro, que eu pudesse fazer num dia com tempo e congelar para os momentos de aperto.
A receita testada e super aprovada aqui em casa é da Thais Ventura, do blog As Delicias do Dudu. E olha, garanto, não sou nenhuma mega-blaster-master cozinheira e nem tenho grandes habilidades com pratos elaborados. Portanto, se eu fiz, qualquer pessoa com vontade de fazer vai conseguir. A receita é prática, não leva muito tempo e fica deliciosa. O rendimento depende muito do tamanho que você vai fazer, mas a minha dá em torno de 20, 25 unidades.
E o mais incrível de toda essa história é que enquanto eu fazia, no fundo, pensava: "Meu Deus, será que os meninos vão gostar?" Resumo da história: no primeiro dia que comeram ouvi do Matheus, que é mais "enjoadinho" para experimentar novas receitas: "Nossa, mãe, que delícia! Que marca é esse nuggets que é mais gostoso que o outros? Compra sempre desse...".
Acho que só por isso já vale muito a pena, não? Temperinho caseiro, fresco, frango moído na hora, enfim, só não faz quem realmente não quiser.
Deixo a receita aqui, mas vou colocar também o link do blog da Thais, pois lá você consegue ver fotos do passo a passo, o que ajuda bastante.
Arrisque-se e se abra para novas descobertas. Vale a pena.
Os nossos ficaram assim:
NUGGETS CASEIRO (by As Delícias do Dudu)
500 gramas de peito de frango
1 cebola média
Salsinha e cebolinha a gosto
1 ovo
Açafrão ou qualquer outro tempero que gostem de usar em casa
Sal
2 dentes de alho
PREPARO:
Bata tudo no processador, exceto o ovo e o sal. Deixe triturar bem. Adicione o ovo. Transfira para um recipiente e coloque o sal. Vai ficar uma pasta. Com o auxilio de duas colheres (ou com as mãos) pegue a quantidade desejada e empane em uma mistura feita com farinha de rosca e trigo (mais rosca que trigo). Distribua-os em uma assadeira e regue com pouco azeite. Leve ao forno. Caso não queira consumir na hora, só envolver em plástico filme e levar ao freezer.
Para acessar o post com fotos, clique no link abaixo:
Nuggets Caseiro - As Delicias do Dudu
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
SAUDADE - Máquina fotográfica do vovô
Aí seu filho chega em casa dizendo que precisa levar um objeto antigo pra escola...
Enquanto eu pensava, ele já tinha a solução. "Pensei naquela máquina fotográfica que o vó Chico me mostrava quando eu era pequeno...".
E aí está... Momento saudade total! Maquininha velha de guerra cheia de boas lembranças...
terça-feira, 1 de setembro de 2015
MATHEUSZICES - Cor da pele não existe!
Acredito que os maiores aprendizados que podemos ter (e passar para nossos filhos) são os conceitos de cidadania, respeito ao próximo, integridade e amor.
E quando meu filho vem com um questionamento desses, que está logo abaixo, me dá no mínimo um orgulho enorme e uma certeza de que essa nova geração realmente é especial e poderá fazer a diferença.
Dia desses fomos a um atacadista de doces comprar pasta americana para um trabalho que estou fazendo. Enquanto eu procurara as cores que precisava, uma embalagem chamou a atenção do Matheus, 9 anos. Com a embalagem nas mãos, indignado, ele se virou pra mim e disse:
"Mãe, como assim COR DA PELE? Quer dizer que só existe um tom de pele? Que absurdo! Essa cor é salmão. Existem muitos tons de pele para se resumir em um única. Acho um absurdo uma empresa ter a coragem de definir uma cor como COR DA PELE... E se você precisasse fazer um boneco negro? Absurdo, absurdo... "
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