terça-feira, 11 de novembro de 2014

COMPORTAMENTO - Não precisa muito pra brincadeira acontecer!

Faltando pouco mais de um mês pro Natal bateu um "momento reflexão" por aqui. Rafa ainda acredita em Papai Noel e provavelmente escreverá sua cartinha com o pedido de presente ao Bom Velhinho. Não sei ainda quais são suas intenções e o que ele está planejando. Até agora ele não comentou nada sobre o tal presente. Mas observando meus meninos brincando pela casa - e digo, eles brincam muuuuuuito quando estão em casa -, não é difícil perceber que criança não precisa de muito para ser feliz. Os dois tem sim vários brinquedos legais e bacanas que ganharam dos parentes e amigos. E brincam, claro, com tudo isso. Mas posso arriscar que alguns verdadeiros "cacarecos" tem feito a alegria deles por aqui ultimamente. E resolvi relacioná-los aqui para mostrar como é possível entreter a molecada com tão pouco (ou quase nada!). Quer ver? Confira: 

Rafa e a caixa de papelão, que
virou um carro da policia!

SUCATA - Rafa especialmente adora um lixo! Garrafa de plástico vazia, caixa de papelão, caixa de ovos, caixa de pasta de dente, caixa de pizza. Ele não pode encontrar uma embalagem vazia que já vai logo transformando ela em brinquedo. Tampa de caixa de pizza, por exemplo, ele adora pintar. E, depois de pintada, vira volante para carro. Vira um frisbee pra jogar no ar. Vira uma "obra de arte", ele garante. Outras vezes os dois desmontam uma caixa de papelão que serviu para trazer as compras do supermercado para casa e "criam" seus skates (sem rodinhas!) para deslizar pelo corredor do apartamento. E se divertem. E dão risadas. E são criativos à beça! 









Minha sala virou uma banca de revistas!
DINHEIRINHO - Cédulas de dinheirinho de papel e até cartões de bancos que perderam a validade ficam numa maleta super especial para eles. Quando a vontade é brincar de lojinha ou supermercado, lá estão eles com as carteiras cheias de dim dim para mais uma aventura. Eles adoram, por exemplo, brincar de banca de jornal. Colocam todas as revistas da casa espalhadas no sofá e rack e se revezam no papel de jornaleiro e cliente. A brincadeira rende até uma noçãozinha de matemática, já que calculam o troco (mais o Matheus, claro!) e quanto devem pagar. Mais uma brincadeira que dá asas à imaginação e ponto pra criatividade. 


CARRINHOS DE FERRO - Os famosos Hot Wheels continuam firmes e fortes por aqui. Já foram os brinquedos favoritos do Matheus, já perderam posto, mas nunca foram totalmente abandonados. Os dois, Mat e Rafa, brincam ainda muito com esses carrinhos de ferro. E nem sempre precisa montar pista pra brincadeira acontecer. Um tapete no chão vira pista e a aventura já começa. Simples, rápido, prático e divertido. 


Rafa e o amigo Edu - momento pintura

LÁPIS DE COR, giz de cera, tinta e papel nunca saem de moda entre a molecada. Desenhar não é a paixão do Matheus, mas vez ou outra Rafa está tão envolvido com lápis e papel, que desperta até uma vontadezinha do irmão em participar. E junto com cada desenho rende uma história cheia de criatividade e altas aventuras. 






QUADRO BRANCO ou lousinha de giz - Nele os meninos desenham, brincam de jogo da velha, jogam forca, fazem continhas, escrevem palavras e frases. Sempre que o quadro está à vista lá estão eles "gastando" canetinha e exercitando a coordenação motora. 


Pezinhos loucos pela pelota! 
BOLA - Tenho dois meninos apaixonados por futebol. Então bola é quase que um item "de primeira necessidade" dentro de casa. São várias! Com cores, estilos e desenhos diferentes. Mas, como nem sempre dá pra descer até a quadra pra jogar eles improvisaram uma para jogar no meio da sala também. Sim, aqui tem uma versão de pano/pelúcia, levinha, fofa, que é permitida para jogar no corredor. E eles jogam. E fazem gol. E comemoram... felizes da vida. 




Acampamento na sala! 

ACAMPAMENTO NA SALA - Essa eles adoram e se pudessem queria todos os dias! Momento pura farra da família toda, de ficar juntinho, de trocar ideias, de fazer folia e muita bagunça. E eles gostam tanto que super ajudam na hora de carregar colchão, lençóis, travesseiros e todos os apetrechos para que o acampamento aconteça. 





JOGOS - Quebra-cabeça, jogo da velha, jogo da memória, xadrez, ludo, dama, trilha. Jogos tradicionais, antigos, muitos deles baratinhos e que nunca saem de moda. E o mais legal é que vira diversão pra família toda. É um momento família reunida. E quantas coisas importantes acontecem exatamente nesses momentos de descontração. 


E aí? Seus filhos também se divertem com brinquedos e brincadeiras simples? Conte pra gente! 



domingo, 9 de novembro de 2014

PASSEIO - Viagem pelo mundo com a Turma da Mônica

A Turma da Mônica - viagem ao mundo com muita
imaginação!



Hoje foi dia de teatro com a TURMA DA MÔNICA por aqui. Assistimos ao espetáculo musical Mônica Mundi - uma volta ao mundo com a Turma da Mônica, em cartaz até o próximo domingo, 16 de novembro, no Teatro NET SP. 

O espetáculo musical convida a todos para uma colorida volta ao mundo com a Turma da Mônica, sem precisar de passaporte. Tradições como Portugal, Itália, Japão, França, Estados Unidos, África, Arábia, Grécia e Brasil se tornam pura diversão nesta linda viagem educativa e cultural. 



Nossas impressões

O espetáculo é encantador e consegue prender a atenção da molecada. Durante a peça era possível notar olhinhos vidrados para o palco. A paixão dos pequenos (e dos grandinhos também!) pela turma mais querida do Brasil é visível. Mônica e sua turma arrasam no palco. Como é um musical a maior parte do espetáculo é de música e dança, o que o torna bem animado. As mudanças de cenário e figurinos também chamam a atenção. Espetáculo muito bem produzido. O teatro, que fica dentro de um shopping, é novinho e bem espaçoso. Ponto positivo também. 

O trio: Rafa, Edu e Mat "embarcaram" no espetáculo
Fomos em cinco pessoas para o espetáculo. Além dos meus meninos - Rafa, 4, e Mat, 8, levamos também um amiguinho do Rafa, o Edu, de 4 anos. Todos curtiram a peça e, mesmo tendo que esperar os 15 minutinhos de intervalo para a segunda parte, ficaram numa boa. Na saída, os comentários sobre os personagens, as roupas, os países. Matheus, por ser maior, entendia mais as piadas, as tiradas e também as informações sobre cada país. Mas Rafa e Edu, embora mais novinhos, curtiram as danças, as falas e, principalmente, quando os personagens passaram bem pertinho de nós no início do segundo ato. 

Valeu o passeio. Quem ainda quiser assistir precisa correr. O próximo final de semana será o último do espetáculo aqui em São Paulo. No domingo, 16, Mônica e sua turma encerram essa curta temporada pela capital. 



Mônica na entrada do Shopping
Vila Olímpia






sexta-feira, 7 de novembro de 2014

FEIRA LIVRE - Rafa é apaixonado por uma feira livre

Rafa "pimentando" abacaxi!
Amo Feira Livre. Aquela mistura de cores e aromas é fascinante. A gritaria dos feirantes com a pechincha dos clientes torna o passeio até divertido. Se for na hora da xepa então, melhor ainda! Simplesmente adoro essa baderna. É uma bagunça organizada. É uma desordem ordenada! Feira é livre como o próprio nome diz. Feira me lembra também infância. Todo domingo de manhã era sagrado. Meu pai pegava sua sacola (ele detestava a ideia de ter um carrinho) e eu, com a pior das más intenções fazia questão de acompanhá-lo. Sim, má intenção porque naquela época meu único e sonhado objetivo era comer um pastel no final das compras! E ele sabia que a companhia não era gratuita. E por isso fazia questão de judiar e me fazer carregar uma boa parte de tudo. Mas o "sacrifício" valia a pena no final. 
Rafa "pimentando" mexerica

E como sempre (ou quase sempre) o filho é nosso espelho, o "louco" por feira daqui é o Rafa. Falou em feira lá está ele, todo serelepe pronto pro passeio. Mas Rafa não pensa só no pastel, como a mãe pensava. Rafa pensa na feira inteira! É o mascote dos feirantes! As barracas de verduras passam batidas aos seus olhos. Mas a hora que chegam as frutas... ai ai ai... o meu comilão entra em ação. "Vai um abacaxi hoje, dona? Está docinho!", pergunta o feirante. Mais do que depressa Rafa diz sem nenhum pudor: "Eu quero pimentá?". E lá vai ele experimentar um pedaço da fruta. E, até o final da barraca ele "pimenta" ameixa, laranja, mexerica, pêssego e tudo o que for oferecido à ele. E pede pra levar pra casa pra continuar "pimentando" depois. E com isso ganhou o carinho dos feirantes, que sabem que têm ali um bom comprador. 



Durante as compras, que parecem passeio, Rafa pergunta sobre as frutas, quais seus nomes, como devemos comê-las (com ou sem casca), se dá pra fazer suco ou se é melhor para comer. Sempre que encontra alguma frutinha nova, que nunca viu, pede se pode "conhecer o seu gosto". E sempre lasca um "É saudável, mãe?". Sim, Rafa, frutas são saudáveis! E passa na barraca de banana. E passa na barraca de legumes. Mas aí chega a barraca do pastel. "Mãe, deu vontade! É saudável?", ele pergunta com a maior cara de pau do mundo. "Não, Rafa, não é saudável. É fritura!", eu digo. "Ah, mãe, mas é gostoso, né? Posso comer? O Mat também quer!", diz o meu caçulinha mais sem vergonha do mundo e ainda inclui o irmão no pedido! Esse é meu Rafa! 


Mat e Rafa ajudando a
carregar as compras








E, já que o final de semana está chegando, que tal ir pra feira?  





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Matheuszices - E ele sabe mais do Afeganistão do que eu imaginava!

Essa vale o registro... Agora pouco, enquanto brincávamos de forca no quadro branco, Mat tinha que adivinhar qual era o país que eu tinha pensado. Foi falando as letras e, quando chegou nesse momento da foto aí abaixo, disse assim: 


"Eu sei, eu sei... como é mesmo o nome desse país... é o país dos homens-bomba... peraí, tá na ponta da língua... Aiiii é aquele que a capital é Cabul... Mãeeeee, como é? É... é... Abestão? Nãoooo... eu conheço, eu conheço, peraí...!"


Conclusão: Sabe mais do Afeganistão do que eu imaginava. Ponto pra Geografia! Mas o mérito é dele mesmo, que depois que descobriu o Atlas Geográfico, vive devorando ele por aqui. 

Parabéns filhão! 



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Quadro branco - Vamos brincar de escolinha?




A dica pode até parecer bobinha, mas acredite, não é não. Esse quadro branco está aqui em casa há algum tempo. E, de tempos em tempos, a sua função vai mudando. Ele "chegou" por aqui a pedido da psicóloga do Matheus na época, que sugeriu um exercício em casa e que era preciso o auxílio de um quadro desses. Aos poucos, os meninos foram apreciando a tal lousinha. Mat sempre gostou de fazer continhas de matemática. Para ele e para nós! Rafa, no início do ano, quando começou a aprender as letras do alfabeto, adorava arriscar umas letras e mostrar o que tinha aprendido em sala de aula. Quando conseguiu, pela primeira vez, escrever o próprio nome ficou todo orgulhoso e deixou registrado no quadro branco também. 


E quem nunca gostou de brincar de professor e aluno em casa quando era criança? A diferença é que aqui o giz deu lugar à caneta e o motivo é bem simples: filhos alérgicos precisam ficar bem longe do temível pó de giz! 

Dia desses os meninos resolveram pegar o quadro, que estava meio esquecido no canto do quarto. E cada um com seu motivo e sua brincadeira favorita. Mat está na fase de jogar forca. Adora! E é nessa hora que a brincadeira vira aprendizado. Ele gosta de definir temas. Ora quer fazer um "campeonato" de forca com nome de países. Ora com frases avulsas. E, sem que ele perceba, está aprendendo e descobrindo muitas coisas novas. Por causa dessas brincadeiras ele começou a pesquisar mais sobre novos países, que até então eram desconhecidos pra ele. E dá-lhe informação sobre geografia. "Nossa mãe, não conhecia a República Domenicana!", revelou hoje cedo. E dá-lhe mais noção de língua portuguesa. "Nossa, mãe. Estava na dúvida se Equador era com q ou com c", confessou. E, assim, vamos deixando nossas manhãs mais alegres e produtivas.

Mas tem também o Rafa, que não curte tanto brincar de forca, afinal ainda não está alfabetizado. E pensa que ele ficou de fora da farra? Claro que não. Rafa curte uma brincadeira que ele mesmo inventou em que nós vamos montando um desenho a duas mãos. Cada um faz um pedaço do desenho, da cena. Em geral, é uma casa e o que a imaginação deixar vai entrando no seu entorno. Rafa também tem descoberto muitas curiosidades. Dias desses, deu um suspiro, sorriu e disse: "Nossa, mãe, estamos tão criativos, né?".

É muita alegria e descontração. Só quem fica triste é a caneta. Que com tanto uso tem uma vida bem curtinha por aqui... acaba rapidinho!

A única atenção é com as crianças pequenas. Essas canetas mancham roupas e paredes. Então todo cuidado é pouco se não quiser ter uma casa, digamos, decorada por uma criança!

E, hoje pela manhã, o quadro deixou meu coração ainda mais feliz: olha só a frase que meu grandão deixou, de surpresa, pra mamis aqui! Amei!






segunda-feira, 3 de novembro de 2014

RÁ-TIM-BUM - O castelo mais famoso da TV está de portas abertas!

Mat, Rafa e o Porteiro: na entrada do Castelo! 
As filas são assustadoras e é preciso ter uma dose extra de coragem e vontade para enfrentá-las. Mas vencida essa primeira etapa você entenderá porque a exposição Castelo Rá-Tim-Bum é um sucesso de público e, mesmo depois de quase quatro meses em cartaz, continua atraindo tantas pessoas. A mostra é baseada no programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum transmitido pela TV Cultura entre 1994 e 1997 que foi o maior sucesso veiculado por uma emissora pública brasileira. A unanimidade da crítica, a conquista de diversos prêmios nacionais e internacionais, e, principalmente, o imediato sucesso de público atestaram que nascia ali um marco na história da produção audiovisual brasileira, que ia além do público infanto-juvenil, e ganharia admiradores de ao menos três gerações. 

Família reunida na biblioteca: Olha o Gato
Pintado na poltrona!
Rafa na sala de música: piano funciona com o pedal!
Logo na entrada o famoso Porteiro, que vive ao lado do portão do Castelo, dá as boas vindas. E é ali, que muitos adultos já voltam a ser criança. É impressionante como as crianças dos anos 90 (e até quem já era bem grandinho naquela época) se entrega aos personagens e à magia do castelo. Portão aberto é hora de mergulhar na imaginação. A exposição é dividida em várias salas, cada uma retratando um ambiente do castelo, divididas em dois pavimentos. É como se você realmente estivesse dentro do castelo mais famoso do universo infantil. As salas foram minuciosamente pensada e retratada. Muitas peças originais do programa estão lá. A biblioteca e o seu bibliotecário, o Gato Pintado. O laboratório de Tíbio e Perônio. A oficina do Dr. Victor, o dono do castelo e tio de Nino. A sala de música e até o encanamento onde vive o monstro Mau e Godofredo. Mais adiante você entra na cozinha, sala e até no quarto de Nino. É bem ali, na sala, que vive o Ratinho com seu Ratomóvel! Nessa parte o Rafa e o Matheus não queriam ir embora. O ratinho mais famoso dos anos 90 não saiu de moda e continua agradando a molecada até hoje. 

As crianças de hoje e a "criança" dos anos 90: Mat, Rafa e
Giovanna curtiram demais a exposição toda!
Subindo as longas escadarias que levam até o piso superior, é possível conhecer o quarto da Morgana, o Ninho e, claro, o Lustre do Castelo, onde vivem as irmãs Lana e Lara, duas fadinhas, que adoram brincar de adivinhação. 

A exposição é realmente encantadora. E o mais bacana é ver que meus meninos, que não foram telespectadores do Rá-Tim-Bum, afinal nasceram muitos anos depois do término do programa, curtiram demais. Um pouco antes de irmos para a mostra busquei na internet alguns episódios para que eles se familiarizassem com os personagens. Qual não foi minha surpresa quando peguei os dois assistindo a um programa inteiro de cerca de 25 minutos. Isso mesmo, Castelo Rá-Tim-Bum é um programa atemporal, que não sai de moda, que continua agradando crianças de hoje e crianças do passado... 
O famoso Ratinho e seu Ratomóvel: Rafa adorou o
bichinho que fala da importância do banho! 

Minha dica é: não deixe que a fila lá fora te desanime. Vale muito a pena. A exposição está magnifica. E olha que não fui "geração Castelo Rá-Tim-Bum". Quando essa turminha invadiu a tela da TV eu já era bem grandinha, mas assistia vez ou outra com minhas sobrinhas. Valeu a pena enfrentar a fila. O que está escondido dentro daquele castelo é de encher os olhos de alegria e o coração de amor! 



Para entrar no quarto do Nino: parede se movimenta!
Imagina se a molecada gostou? 

Dica: Quem tem filhos pequenos podem deixá-los em casa e, apenas uma pessoa, comprar os ingressos da família. Cada pessoa pode comprar até 4 ingressos. Como é possível agendar o horário da visita para o mesmo dia, você pode poupar a molecada das filas e, voltar mais tarde só para curtir o passeio. Mas vá cedo comprar os ingressos, pois eles esgotam rapidinho. Cheguei lá neste domingo por volta das 8h30 e agendamos a visita para 17h. 





Matheus e Celeste: a cobra que
vive na árvore do Castelo! 




Serviço: MIS - Museu da Imagem e do Som - Castelo Rá-Tim-Bum - a exposição - Av. Europa, 158 - Jardim Europa. Telefone: 2117-4777. Prorrogada até 25 de janeiro de 2015. Ingressos na bilheteria: R$ 10,00 e R$ 5,00, meia entrada. Gratuito para menores de 5 anos. 




sexta-feira, 31 de outubro de 2014

COMPORTAMENTO - "Mãe, você tinha razão"

Sabe aquela história do retorno que os filhos nos dão? Quem é mãe talvez já tenha passado por isso. As vezes rola algumas dúvidas: será que estou agindo corretamente? Será que ele está entendendo realmente os valores, os ensinamentos que estou querendo passar? Será que meu filho é educado, gentil, responsável longe de mim? 

Mat e o terceiro livro da série
Pois é. Hoje tive um desses retornos do Matheus. Há pouco mais de um mês ele se descobriu um grande leitor e está completamente apaixonado pela série Diário de um Banana. Foi amor à primeira vista. Cheguei a comentar na página do blog no face, que fiquei impressionada com o "poder" desse livro com a molecada, sobretudo com os meninos, que é seu público alvo. E percebi que não é uma exclusividade do meu filho não. Muitas mães de meninos comentaram comigo que seus filhos devoraram os livros da série e ficaram encantados também. Matheus mesmo foi "apresentado" ao livro por um amigo de escola, que estava super empolgado e emprestou o primeiro volume pra ele. Aqui, pelo menos, podemos dizer que as histórias de Greg Heffley, o personagem principal, criado por Jeff Kinney, foi o tal "bichinho" da leitura que faltava pro Mat descobrir o prazer pela leitura. Até então ele gostava de livros menores, mas sobretudo quando eu ou o pai dele líamos para ele. O Diário de um Banana marca, aqui em casa, uma fase em que o Mat realmente se descobriu um leitor de fato. 

Mas, voltando ao tal "retorno"... Hoje pela manhã, depois de terminar o terceiro livro da série, Matheus se aproximou de mim, com um sorriso largo no rosto e transbordando felicidade e começou a falar: 

"Mãe, terminei o terceiro livro! Estou super feliz. E olha só o que eu percebi. O primeiro livro eu li em 18 dias (sim, ele anota quando começou e quando terminou cada livro! rs). O segundo, em 11 dias. E este em 6 dias. Sabe o que isso significa? Que você tinha razão quando falava que era importante eu ler para escrever melhor e interpretar melhor os textos. Estou conseguindo ler e entender o que leio rapidinho, mãe! Não preciso voltar tanto como antes. Viu mãe, você tinha razão, você tinha razão!"


Que maravilha, filho! Que maravilha! Tô gostando desse "Banana"...


Os livros do coração ganharam um
cantinho especial no quarto do Mat!
 


Para quem quiser saber mais sobre a série Diário de um Banana, segue o link do site. Basta clicar aqui: Diário de um Banana