quarta-feira, 29 de outubro de 2014

COMPORTAMENTO - Mãe é um bicho estranho!

Por que um dia eles foram desse tamanho!
Rafa, 1 ano. Mat, 4 anos. 

Porque mãe é um bicho estranho e o mais controverso do planeta! 

Porque a gente tem sede de liberdade. Sonha com a "folga". Suplica por um momento de silêncio e paz. Sente, muitas vezes, saudades dos "tempos" em que era apenas você. Mas quando tem nas mãos o tal tempo, sente saudades do filho e, pior, até do "barulhinho" deles pela casa. 

Porque a gente quer que o filho cresça e se torne independente. Mas quando olha fotos dele pequeno dá uma saudade danada. 

Porque a gente é mãe e só outra mãe pra entender o que se passa na cabeça de cada uma! 

Boa tarde! 



terça-feira, 28 de outubro de 2014

COMPORTAMENTO - Seu filho já te surpreendeu?

Mat e Rafa - Porque filhos surpreendem! 


Quem me conhece sabe que sou uma mãe presente, participativa e que faço isso realmente com prazer e não por obrigação. Curto observar minhas crias, reconhecê-los em cada gesto, compreender cada costume, cada mania e, por que não, cada defeito também. É meio que um vício meu observar e reconhecer cada "pedacinho" dos meus meninos. Seja fisicamente. Seja emocionalmente. 

O fato é que, por conta dessa minha "mania", poucas vezes fui surpreendida pelo comportamento do Matheus. Eu reconhecia (e reconheço) seus gestos, seus gostos, seus costumes. Sempre brinquei que nós nos falávamos muitas vezes pelo olhar. Bastava um olhar do meu grandão pra eu entender o que ele queria ou o que estava o afligindo. Claro, que algumas vezes, ele me surpreendeu. Mas, sempre de leve... seja por que me deu um beijo repentino ou quando fez uma "arte" porque foi no embalo de um colega. Mas, em sua essência, eu conhecia e reconhecia meu filho. 

Pois bem. Nesse clima e nessa energia resolvemos que era hora de termos o segundo filho. E, claro, que eu pensei que seria da mesma maneira com o Rafa, afinal, a mãe era a mesma. Pra mim era claro que ele teria outros costumes, outras manias (ou não!), mas o fato é que pra mim eu saberia identificá-los e reconhecer quem era afinal meu segundo filho, respeitando suas características, sua essência. 

Rafa sempre foi muito diferente do Matheus. Foi um bebê mais agitado, mais bagunceiro. Foi também um bebê muito chorão. Rafa chorava por tudo ou quase tudo. Chorava se tinha fome. Chorava se tinha dor. Chorava se queria algo. Chorava se não queria mais alguma coisa. Chorava e ficava nervoso, irritado com muita frequência. Não preciso nem falar que o primeiro ano de vida dele foi uma revolução pra família toda. Nervos à flor da pele, paciência no limite, vontade de sair correndo, muitas vezes. Mas correr pra onde? Se o amor era imenso e já não conseguíamos mais viver longe daquele taurino chorão? Brincadeiras à parte, aos poucos fui moldando "quem era o Rafa" na minha opinião, no meu conceito. Quem era o Rafa pra mim e, com orientação daqui, conselhos dali, fui aprendendo a lidar com esse novo integrante da família sem dar rótulos (tenho pavor de rótulos!), respeitando esse novo serzinho. 

No ano passado, quando Rafa ainda não estava no colégio e eu já sabia quem seria a sua professora em 2014 (ela foi também professora do Matheus, anos atrás) eu costumava brincar com ela na calçada. Dizia que ela teria um aluno mais danado, mais traquina. Em casa, quando tentávamos ensinar algo novo pro Rafa, seja a primeira letra do seu nome ou a forma correta de pegar o lápis, ele se recusava. Todo cheio de si dizia que tinha o seu jeito, e que não queria seguir nossa orientação. Rafa sempre foi muito teimoso. E para lidar com ele, muitas vezes, era preciso muitas manobras, muito jeitinho da nossa parte. Por conta disso sempre achei que o moleque ia dar muito trabalho na escola, que desobedeceria a professora, que fosse teimoso e se recusasse a fazer uma ou outra atividade. 

Mas, como o mundo é redondo e a maternidade não é uma receita de bolo esse ano tem sido um ano de muitas descobertas pra mim. Descobri que eu não conhecia o Rafa. Eu conhecia sim, o Rafa filho, o Rafa irmão, o Rafa neto. Agora, o Rafa aluno, o Rafa paciente, o Rafa amigo, esse eu definitivamente não conhecia. E não fazia ideia de que ele pudesse ser tão diferente em cada papel que assume na sociedade. Ouvi mais de uma vez a professora dizer que meu menino é super atencioso, envolvido, comprometido e participativo com as tarefas da escola. Rafa é comportado, disciplinado e obediente no ambiente escolar. Não que em casa ele seja desobediente, mas Rafa é questionador, não é o tipo de criança que "segue a cartilha", que aceita fácil, que faz pra agradar. Se eu mando ele guardar um brinquedo, ele não faz isso de pronto. Ele enrola, questiona, faz que não escuta, pergunta se pode deixar pra depois, pede ajuda. Quando esgota suas tentativas, ele finalmente guarda. Na escola não, esse Rafa não existe. Lá ele dá lugar para um menino mais independente, responsável, com sede de aprender. 

Recentemente meu menino começou a fazer acompanhamento com a fonoaudióloga. E, ontem, pra minha surpresa, ela lascou um elogio : "Rafa é concentrado, tem vontade de aprender logo, é dedicado, é maduro". O elogio não saiu da minha cabeça e acabou inspirando esse texto. Logo eu, que sempre achei que o Rafa era teimoso, meio desligado, muitas vezes tirador de sarro, difícil de lidar em algumas situações e quase impossível de convencê-lo de algo quando ele não quer fazer. Eu reconheço sua maturidade em alguns comportamentos em casa também. Rafa come sozinho, pede pra usar garfo e faca, dorme sozinho, vai ao banheiro sozinho, tem sede por independência. Mas o comportamento centrado, concentrado e aplicado do Rafa pra mim é uma surpresa. Surpresa boa, claro. Mas que deu uma sensaçãozinha agora, de repente, de não conhecer exatamente quem é meu próprio filho. Quem é esse molequinho de 4 anos, que guarda tantos mistérios dentro de si? E, a certeza: filhos nos surpreendem a vida toda, afinal estamos suscetíveis a mudanças dia a dia. Tô curtindo essa fase de desvendar: quem é o Rafa! 

E, você? Já foi surpreendida pelo seu filho alguma vez? Conte pra nós. 

Quem é o Rafa, afinal? Na foto, Rafa vestido de
Pequeno Príncipe! 








quinta-feira, 23 de outubro de 2014

COMPORTAMENTO - O que você faz para economizar água?


                                                            Imagem retirada da internet
A falta de água em São Paulo tem deixado todo mundo de cabelo em pé. O medo de ficar sem esse bem tão precioso e necessário para nossa sobrevivência tem levado muitas pessoas a pensar e repensar sobre maneiras para se economizar água. Discutir o uso consciente e responsável, olhar para si próprio e se questionar "O que eu posso fazer para reduzir o meu consumo de água diário?" não é só importante, como fundamental. É uma questão de sobrevivência. 

O problema virou assunto entre as crianças. E, como criaturas especiais que são, os pequenos dão um baile em exemplo e conscientização em muitos adultos por aí. Não é de hoje que o Rafa, meu caçula, tem pânico por desperdício de água. Muito antes desse caos se instalar em São Paulo, Rafa já pedia desesperado para desligar o chuveiro enquanto o ensaboávamos, chamava a atenção quando via alguém escovar os dentes com a torneira aberta. Na natação, na hora da chuveirada antes de entrar na piscina, ele fica desesperado quando alguma criança esquece de desligar o chuveiro. Agora, eu mesma tenho ficado perto nessa hora, pois o Rafa não consegue fechar o registro e fica em pânico. 

Percebo, claro, que o assunto também tem sido discutido no colégio. Rafa mesmo chegou em casa outro dia dizendo que se não economizarmos o planeta, que já está sujo (explico: poluído) vai ficar ainda mais! Por essas e outras que acaba sendo fácil falar em racionamento com crianças. Pena que muitos adultos não tenham esse grau de clareza e conscientização ainda. Pena! 

A seguir vou listar algumas medidas que tomamos aqui em casa para tentar reduzir o consumo de água. Mas gostaria muito que vocês deixassem suas dicas também nos comentários, pois só assim, trocando experiências e aprendizados é que vamos conseguir superar essa fase de secura. Vamos lá: 


1 - Enquanto o aquecedor esquenta a água do chuveiro coloco um balde para armazenar a água fria dispensada. Essa água serve para lavar sacada, vai para a máquina de lavar, pode ser usada para passar pano na casa, para a hora da faxina e outras vezes até para lavar banheiro. 

2 - A água da máquina de lavar também está sendo armazenada. E, a do ultimo enxague, que é mais limpa, dá pra ser utilizada no primeiro processo da próxima vez que utilizar a máquina. 

3 - Xixi coletivo virou regra entre os meninos! Além da farra, poupa algumas descargas. 

4 - Na hora de lavar louça reforçamos a ideia de deixar os pratos o mais limpo possível, sem muitos restos de alimentos para usar o mínimo possível de água. 

5 - Essa dica é velha, mas não custa lembrar: na hora de ensaboar e passar shampoo nos cabelos dá perfeitamente para desligar o chuveiro e economizar alguns litros de água com essa atitude também. 

6 - O mesmo para escovar os dentes: ligar a torneira somente na hora de fazer o bochecho. Durante a escovação, torneira fechadíssima! 



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

COMPORTAMENTO - Porque menino deve ser feliz! Só isso!

Matheus fazendo pulseira de elástico! 
Porque menino também pode fazer pulseira de elástico. E usá-la depois, se quiser. Porque isso não é uma brincadeira só de meninas. 

Porque menino também pode usar uma camiseta cor de rosa, vermelha ou sei lá o que, por que simplesmente não existe "cor de menina" e "cor de menino".

Porque meninos e meninas podem brincar do que quiser juntos ou separados desde que seja uma brincadeira saudável e inofensiva. Não importa se é com boneca, com carrinhos ou com bola. 

Porque meninos podem (e devem) aprender desde cedo a demonstrar seus sentimentos e não ter vergonha de expô-los quando sentir vontade. 

Por que menino pode sim chorar e deve saber que homem "de verdade" (como se houvesse homem de mentira!) chora sim. Pobre do homem que não chora e aprisiona seus sentimentos. 

Porque menino pode ser gentil, educado, simpático, delicado e isso não é exclusividade de meninas. 

Porque menino pode sim ajudar nas tarefas de casa. E quando crescer pode sim ser um grande companheiro na hora de dividir os afazeres da casa. E, assim, poderão ensinar aos seus filhos no futuro que isso não é coisa de menina. 

Porque meninos não precisam ser grosseiros, brutamontes, agressivos. Aliás, o mundo já tem "brucutus" demais espalhados por ai. 

Porque os pais dos meninos poderiam ter menos medos com relação à sexualidade dos seus filhos e pensar mais em torná-los pessoas do bem. 

Porque meninos e meninas devem aprender desde cedo a espalhar amor, a ter respeito pelo próximo, a ser livre de pré-conceitos, a não julgar o outro pela diferença. 

Porque menino não precisa fazer somente "coisa de menino" para agradar o pai ou a mãe. Ele pode perfeitamente não gostar de jogar futebol, empinar pipa ou jogar videogame. E, nem por isso, deixa de ser menino. 

Porque menino deve ser livre e se sentir confortável para desabafar com seus pais, a trocar ideias, a pedir conselhos quando tiver vontade. 

Porque meninos e meninas, independente do sexo, devem ser felizes e espalhar felicidade, acima de qualquer coisa!   





Pulseiras prontas! 




sábado, 18 de outubro de 2014

Backyardigans - Você já reparou o gingado dos personagens?

Os personagens do desenho animado Backyardigans: fofos,
rechonchudos e com uma ginga incrível! 


Não é de hoje, que estou pra escrever sobre isso. Quem tem filho pequeno, provavelmente, já assistiu a algum episódio. Quem não assistiu, deveria ver pelo menos uma vez. Você já reparou a ginga dos personagens do desenho animado Backyardigans? É impressionante. Há muito tempo acompanhamos os episódios do desenho aqui. Matheus, até seus 4, 5 anos ainda curtia a série. Rafa curte até hoje. Então os bichinhos dançarinos estão presentes no nosso dia a dia há muito tempo. 

E sempre me chamou a atenção a forma como eles dançam, como rebolam seus corpinhos rechonchudos pra lá e pra cá. É um desenho realmente fofo, para crianças pequenas ainda com histórias e enredos bem simples e focado no público menorzinho. 

E, sempre entre uma "aventura" e outra eles tem um ou mais momentos de dança. Em cada episódio é um ritmo diferente. Mas realmente chama muito a atenção, principalmente pelo gingado com que rebolam... 

Nunca reparou? Olhe o link abaixo com a abertura do desenho. É apenas um amostra. Nos episódios há muito mais demonstrações de passinhos e dancinhas engraçadas, mas pena que não encontrei por aqui para colocar o link. 





Backyardigans

Backyardigans - clipe

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

FILHOS - A importância de ter um tempinho exclusivo com cada um!

Mat: sorvetinho pra
espantar o calor!
No dia a dia estamos sempre juntos. Seja pra ir ao mercado. Seja pra ir ao médico. Seja pra ir à escola, à terapia do Mat, à natação. O fato é que raramente tenho um momento exclusivo com um filho só. O trio está sempre grudadinho. E, de tempos em tempos, percebo que um ou outro está mais "ciumentinho" e necessitando de um carinho especial e exclusivo. Quem é mãe de dois (ou mais) talvez entenda o que estou falando. Os meus meninos são muito grudados, vivem juntos, brincam muito e se entendem muito bem. Se brigam? Claro que sim, mas bem pouco pra falar a verdade. Sabem, claro, que a mãe é uma só, mas, tem horas que dá uma vontade de uma exclusividade, né? Quem nunca? 


Matheus costuma ser o mais ciumento. Talvez por que durante alguns anos teve a mãe só pra ele (antes do irmão nascer). Ou simplesmente por que é da sua personalidade ser mais ciumento mesmo. É também o que mais demonstra e assume o ciúme: "Você está dando mais atenção pro Rafa!", ele diz. Outra vezes fala sem titubear: "Mãe, eu vi você dar um beijo no Rafa. Também quero! Estou com ciúme!"

Rafa é mais na dele. Costuma ignorar a gente quando sente ciúme. Faz cara de pouco caso, de "não estou nem aí". Mas acaba ficando mais agressivo, mais impaciente. Não assume seu ciúme declaradamente, mas demonstra nos seus atos. E, como aqui adoramos observar as reações de cada um, já percebemos que essa é a forma dele exteriorizar seu ciuminho. 

Essa semana resolvi ter um momento exclusivo com cada um. Não foi a primeira vez. Sempre que é possível promovo esses momentos de mãe e um filho só. Em geral, são momentos rápidos, quando o horário de entrada ou saída deles no colégio não batem, quando um já entrou no colégio ou quando o outro ainda não saiu. Enfim, é o tempo que é possível, mas que costuma render bons resultados. 

Na terça-feira, enquanto o Rafa estava no futebol, aproveitei a horinha que teria livre com o Matheus para levá-lo pra tomar um sorvete. Deixamos o carro no colégio e fomos a pé. A caminhada com meu grandão me fez reforçar a ideia de como ele cresceu... É um companheiro, um amigão. Falamos dos amigos, da escola, dos preparativos dele (e sua turma) para a Feira do Conhecimento do colégio. Ele se queixou do comportamento de um amigo, elogiou outro e assim, livres, descontraídos, conversamos sem ninguém nos interromper. No final, já de volta no colégio ele me deu um abraço e confessou: "Tão bom ter você só pra mim!". 

Rafa: meu "pão doce" com o
seu "pão doce"!

Ontem foi a vez do Rafa. Como o tempo estava meio esquisito, o sorvete foi substituído por uma "ida" à padaria. Rafa é comilão e, como tal, adora um pãozinho! Foi o primeiro aluno a sair da escola (assim que abriu o portão) para que nosso rápido passeio desse tempo até a hora da saída do Matheus. Ficou super feliz de ser o primeiro! Ele não sabia. Foi surpresa e ficou muito feliz. Quando perguntei o que ele ia querer da padoca, seus olhinhos brilharam e ele disse: "Vai ser o nosso momento, mãe? Oba! Vamos comer pão doce?", emendou. Ele se deliciou com seu pão doce (eu olhei, senão vou virar um balão! rs), contou sobre as lições novas que aprendeu, falou sobre os amigos. Rafa é engraçado, um companheirinho e conversar com ele rende pérolas inusitadas e divertidas. Na volta pra escola, já estava quase no horário do irmão sair. O resultado: um caçulinha super feliz e sorridente. 

E desses passeios, vem a lição: muito bom estar juntinho com todos da família, mas super importante e enriquecedor ter uma atençãozinha exclusiva com cada um, de vez em quando. 


E você? Já passou por essa experiência também? Conte pra nós. 




terça-feira, 14 de outubro de 2014

JUDÔ - Porque vale a pena seu filho subir no tatame!

Mat com sua medalha e faixa nova!
Ele ama participar desses torneios!
No último sábado, os meninos participaram do Torneio de Judô do colégio. Foi o quinto torneio do Matheus e a estréia do Rafael no evento. A emoção, para nós, foi grande. Rafa estava apreensivo, mas muito feliz por que ia poder mostrar para nós, sua plateia, tudo o que aprendeu nas aulas de judô. Matheus estava mais relaxado, afinal, é "macaco véio" nesse quesito, como diria minha vó. Mas estava igualmente feliz, já que adora participar desse tipo de apresentação. 

Durante o torneio eles puderam mostrar os golpes, que aprenderam até agora, trocaram de faixa (Rafa foi da branca para a vinho e Mat da azul escura para a azul ponta amarela!) e receberam medalha e certificado de incentivo e participação.

Toda essa movimentação aqui em casa por conta do torneio levantou uma questão. Afinal, quais os benefícios do judô para crianças? Por que é importante introduzir esse esporte especificamente nos primeiros anos de vida escolar da molecada? E fui atrás dessas respostas, que agora compartilho com vocês. A seguir algumas informações bacanas, que, para quem tem filho pequeno, vale a pena saber. E, claro, incentivá-lo a subir no tatame de corpo e alma. Certamente, ele (ou ela) aprenderão muito mais do que simples golpes nessas aulas...  

Rafa no tatame com o amigo: feliz da vida em sua primeira
participação no torneio de judô

- O judô é muito benéfico para a saúde física e mental. É um esporte que ajuda, inclusive, a formar um cidadão com valores quanto a respeito, integridade e disciplina. 

- Em geral, o esporte começa a ser desenvolvido com crianças na faixa etária entre 2 e 7 anos. Trata-se de um período de extrema importância para o desenvolvimento da criança, quando ela usa a estratégia do jogo simbólico para organizar e compreender o mundo. Ainda, tem no jogo uma alternativa para se livrar de certas angústias. 

- Durante o judô, as crianças aprendem a deixar de lado o egocentrismo, pois a atividade incita isso com os jogos. As lutas e, principalmente, as trocas de faixas, fazem com que elas se graduem e percebam que devem ser exemplo para as crianças menos graduadas. A partir daí, criam o respeito pelo outro. 

Rafa: agora ele é faixa vinho!
- Desenvolve habilidades e capacidades específicas do aluno. 

- Contribui para o controle muscular, aperfeiçoamento do reflexo, desenvolvimento do raciocínio, equilíbrio mental, reforço do caráter e da moral, fortalecimento da auto-confiança. 

- Prepara os jovens para uma convivência harmônica em seu ambiente social. 

- Estimula o interesse pela competição sadia. 

- Desenvolve o educando como um todo. 

- As competições ajudam a trabalhar a derrota e fazem com que a criança perceba que, numa luta, apesar de um vencer e outro perder, isso se refere a algo de momento. 








Fontes:
http://www.reflexojudo.com.br/
http://doutissima.com.br/