Colégio Jequitibá: maternal I e II, nível I e II.
Sempre pensei que tiraria de letra o segundo filho, afinal já possuía a experiência de ser mãe. Caí do cavalo! Tirando a parte prática - digo: dar banho, amamentar, trocar fraldas -, todo o resto é novidade, afinal são dois seres distintos, com personalidades, temperamentos, qualidades e defeitos completamente diferentes. Ensinando, cuidando e educando meus meninos, descubro a cada dia que tenho muito a aprender com cada um deles. E são essas experiências que pretendo registrar por aqui.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
MATHEUS: BYE BYE EDUCAÇÃO INFANTIL!
Há quatro anos, com dois anos e meio, ele entrou na escola pela primeira vez. Meus olhos ficaram cheios de lágrimas ao ver aquele pequetito entrar na escola puxando sua malinha do homem aranha. Lá ele chorou, sorriu, fez amigos, brincou, brigou, ficou feliz, sofreu, aprendeu que nem tudo era dele, que precisava dividir e como é, muitas vezes, dificil lidar com as diferenças. Conheceu os números, foi apresentado às letras, recentemente conseguiu ler as primeiras palavras da sua vida. Lá ele já foi rei, super-herói, caipirinha nas festas juninas e "estrela" nas festas de fim de ano. Enfrentou a timidez por várias vezes e, do seu jeitinho, se saiu muito bem. Conviveu diariamente com pessoas queridas, com a tartaruga, com o pavão, com os coelhos e fez de lá a sua segunda casa. Agora ele está fechando um ciclo. Não será mais do infantil, vai pro fundamental. Tá se achando importante. Mas está tranquilo, pois sabe que encontrará as mesmas pessoas, os mesmos amigos e que continuará aprendendo de uma forma suave e divertida. Entrou no colégio com carinha de bebê e hoje está ficando com jeitinho de "menino grande".
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AGUENTA CORAÇÃO,
ALEGRIAS DA VIDA,
MATHEUSZICES - As pérolas do Mat
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Astrologia - CRIANÇA DE TOURO
Agora é a vez das características do Rafa, meu taurino. E olha como ele é taurino mesmo... em vermelho o que mais "bate" com o perfil do Rafael.
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Fonte: Astro Kids - site: www.marciamattos.com.br
Astrologia - A CRIANÇA DE CÂNCER
Impressionante a relação do signo de câncer com o Matheus. Estou chocada até agora com tantas coisas em comum. Em vermelho estão os pontos que mais têm a ver com o Mat.
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
EIS QUE SURGE O MEDO DO BANHO!
Rafinha está mais lindo e serelepe do que nunca. É solto, desenvolto, brincalhão, gosta de se relacionar com as pessoas, enfim, é uma criança que esbanja felicidade e alegria por onde passa.
É raro ele não querer participar de alguma atividade, demonstrar medo por alguma coisa, até por que a vontade de seguir os passos do irmão (digo: imitar!) toma conta da situação na maioria das vezes.
Eis que nos últimos percebemos algo novo no ar... Rafa não quer tomar banho! Isso mesmo. E eu que pensei que fosse ter que lidar com isso lá pelos 8, 10 anos de idade.
Tudo começou quando trocamos o chuveirinho. Ele chorou. E olha que o novo era uma fofura: em formato de pato, todo amarelinho. Mas, ok, ele não curtiu o pato. De repente não é o seu bicho favorito... Voltamos imediatamente para o antigo e... o choro continuou. "Mas Rafa, é o chuveirinho de sempre", insistimos. E a resposta: "Tô com medo. Desliga, mamãe! Não quero tomar banho!", aos gritos.
Os dias foram passando e o choro continua. Um detalhe que deve ser lembrado. Quem decidiu que queria abolir a banheira foi o próprio Rafa antes de completar 2 anos. "Quero igual o Mat. Banho igual o Mat", dizia referindo-se ao irmão mais velho. E assim foi e, confesso, como facilitou a nossa vida.
O banho sempre foi com o chuveirinho, mas sempre sai água do "chuveirão" também. Ainda não conseguimos descobrir qual é o problema: o barulho, a água que sai do chuveiro em grande quantidade (mesmo usando o chuveirinho) ou se ele não curte mais banho precocemente. O fato é que pelo menos duas vezes por dia - manhã e noite - o Rafa tem um encontro marcado com o choro. E olha que a mãe aqui canta, tenta distrai-lo, dá um banho super rápido, mas o choro, pelo menos por enquanto está incontrolável.
As vezes é cômico: "Mamãe só me troca? ", ele pede. Não Rafa, não dá, precisa tomar banho pra sair o cascão, filho!
A notícia boa dos últimos dias é que ele está quase desfraldado. Cocô só no banheiro com o "troninho do Mat". Xixi ainda tem escapadas, mas está no caminho do "bye bye fraldas".
Vamos lá Rafa. Juntos fazer você gostar de tomar banho de novo...
Segue artigo publicado no site da Revista Crescer sobre o assunto:

Todo mês, vou escolher uma das dúvidas dos leitores para poder dar um espaço maior para alguma coisa que os pais mais indagam. Assim, vamos tentar responder aos assuntos que causam mais ansiedade, perplexidade ou até receio de estar fazendo algo que depois não vai dar certo.
A pergunta deste mês é da Camila Oliveira, de Santo André, SP:
- Tenho um filho de 3 anos e 9 meses, porém tenho grande dificuldade em tirá-lo do banho de banheira. Ele não aceita tomar banho no chuveiro como nós. O que fazer nessa situação, pois acho que com essa idade ele já deveria estar tomando banho como adultos.
As crianças têm muitas vezes medo do chuveiro grande, de adulto, e isso precisa ser respeitado para não criar um problema ainda maior como não querer tomar banho ou algum tipo de fobia (terror pelo banho ou pela água, como acontece com algumas crianças). Esses momentos do banho, da alimentação, do dormir são extremamente importantes porque representam o contato mais íntimo da criança com seu próprio corpo e com sua vida mental.
Na medida do possível, a gente precisa criar uma atmosfera agradável, sem constrangimentos, deixando a criança à vontade sem forçá-la. Freud (primeiro psicanalista) já dizia "o eu corpóreo é o primeiro eu da criança". Ele queria dizer que o corpo no início da vida é o lugar onde ficam as emoções e as relações mais íntimas. Não tendo ainda como representar as experiências ou ainda uma capacidade de abstração, a criança vai formando a sua personalidade partindo do que sente em seu próprio corpo, concretamente.
Por volta dos 3 anos, a criança está vivendo uma série de modificações, novidades e também de limites. O controle dos esfincters (cocô e xixi) assim como o ingresso na escola, dividir a atenção com os colegas, enfim, todo um mundo diferente do mundo do bebê. Quando bebê, ela era o centro das atenções, depois, ela está ingressando num mundo compartilhado. Essa fase precisa ser tratada com muita atenção e delicadeza.
Boa sorte a todos!
É raro ele não querer participar de alguma atividade, demonstrar medo por alguma coisa, até por que a vontade de seguir os passos do irmão (digo: imitar!) toma conta da situação na maioria das vezes.
Eis que nos últimos percebemos algo novo no ar... Rafa não quer tomar banho! Isso mesmo. E eu que pensei que fosse ter que lidar com isso lá pelos 8, 10 anos de idade.
Tudo começou quando trocamos o chuveirinho. Ele chorou. E olha que o novo era uma fofura: em formato de pato, todo amarelinho. Mas, ok, ele não curtiu o pato. De repente não é o seu bicho favorito... Voltamos imediatamente para o antigo e... o choro continuou. "Mas Rafa, é o chuveirinho de sempre", insistimos. E a resposta: "Tô com medo. Desliga, mamãe! Não quero tomar banho!", aos gritos.
Os dias foram passando e o choro continua. Um detalhe que deve ser lembrado. Quem decidiu que queria abolir a banheira foi o próprio Rafa antes de completar 2 anos. "Quero igual o Mat. Banho igual o Mat", dizia referindo-se ao irmão mais velho. E assim foi e, confesso, como facilitou a nossa vida.
O banho sempre foi com o chuveirinho, mas sempre sai água do "chuveirão" também. Ainda não conseguimos descobrir qual é o problema: o barulho, a água que sai do chuveiro em grande quantidade (mesmo usando o chuveirinho) ou se ele não curte mais banho precocemente. O fato é que pelo menos duas vezes por dia - manhã e noite - o Rafa tem um encontro marcado com o choro. E olha que a mãe aqui canta, tenta distrai-lo, dá um banho super rápido, mas o choro, pelo menos por enquanto está incontrolável.
As vezes é cômico: "Mamãe só me troca? ", ele pede. Não Rafa, não dá, precisa tomar banho pra sair o cascão, filho!
A notícia boa dos últimos dias é que ele está quase desfraldado. Cocô só no banheiro com o "troninho do Mat". Xixi ainda tem escapadas, mas está no caminho do "bye bye fraldas".
Vamos lá Rafa. Juntos fazer você gostar de tomar banho de novo...
Segue artigo publicado no site da Revista Crescer sobre o assunto:
COLUNISTA
ANNE LISE SCAPPATICCI
Por trás do medo das crianças
A pergunta deste mês é da Camila Oliveira, de Santo André, SP:
- Tenho um filho de 3 anos e 9 meses, porém tenho grande dificuldade em tirá-lo do banho de banheira. Ele não aceita tomar banho no chuveiro como nós. O que fazer nessa situação, pois acho que com essa idade ele já deveria estar tomando banho como adultos.
As crianças têm muitas vezes medo do chuveiro grande, de adulto, e isso precisa ser respeitado para não criar um problema ainda maior como não querer tomar banho ou algum tipo de fobia (terror pelo banho ou pela água, como acontece com algumas crianças). Esses momentos do banho, da alimentação, do dormir são extremamente importantes porque representam o contato mais íntimo da criança com seu próprio corpo e com sua vida mental.
Na medida do possível, a gente precisa criar uma atmosfera agradável, sem constrangimentos, deixando a criança à vontade sem forçá-la. Freud (primeiro psicanalista) já dizia "o eu corpóreo é o primeiro eu da criança". Ele queria dizer que o corpo no início da vida é o lugar onde ficam as emoções e as relações mais íntimas. Não tendo ainda como representar as experiências ou ainda uma capacidade de abstração, a criança vai formando a sua personalidade partindo do que sente em seu próprio corpo, concretamente.
Por volta dos 3 anos, a criança está vivendo uma série de modificações, novidades e também de limites. O controle dos esfincters (cocô e xixi) assim como o ingresso na escola, dividir a atenção com os colegas, enfim, todo um mundo diferente do mundo do bebê. Quando bebê, ela era o centro das atenções, depois, ela está ingressando num mundo compartilhado. Essa fase precisa ser tratada com muita atenção e delicadeza.
Boa sorte a todos!
| Anne Lise Scapaticci é terapeuta e psicóloga infantil, em São Paulo Envie sua pergunta para este colunista |
sábado, 11 de agosto de 2012
GASTRITE INFANTIL: por essa eu não esperava
Há algum tempo Matheus tem reclamado que volta um "gostinho ruim" na boca, segundo ele. Um tempo depois, a queixa aumentou. Agora além do gostinho voltava também pequenos pedaços de alimentos que foram ingeridos algumas horas antes. Levamos a questão à sua pediatra, que a principio suspeitou de refluxo, mas não abriu mão de uma endoscopia digestiva para ter certeza do diagnóstico.
Confesso que não foi fácil autorizar meu pequeno-gigante a passar por uma endoscopia. Eu mesma já fiz o exame várias vezes, mas quando recebi todos os cuidados do procedimento quando se trata de uma criança, tive um aperto no coração. Pra começar, a endoscopia em criança é feita em centro cirurgico, pois trata-se de uma paciente mais delicado do que um adulto.
Enfim, nessa hora o racional teve que falar mais alto e ontem fomos nós três - a mãe, o pai e o paciente - para o Hospital Sírio Libanês, às 6h da matina para encarar o fato.
Graças à Deus ocorreu tudo bem. Algumas horas depois, o Matheus já estava ótimo, tranquilo, brincando como se nem tivesse tomado uma anestesia horas antes.
E foi nesse momento que recebemos o diagnóstico: gastrite!
Nem o médico que realizou o exame estava acreditando muito. Segundo ele, não é tão comum gastrite nessa faixa etária e que necessita tratamento.
Depois da surpresa, vem a culpa (e como mãe gosta de assumir culpas!). Errei na alimentação dele? Mas quem conhece o Matheus e o seu histórico alimentar sabe do que estou falando. Ele tem uma relação complexa com comida, embora esteja muito melhor do que dois, três anos atrás. Errei no modo de agir com ele? Sou agitada, sou nervosa, sou ansiosa até o último fio de cabelo... será que passei tudo isso à ele e por isso gerou essa ansiedade toda que passou os limites do estomago? Não sei... Mas também não é só isso... tem a pressão escolar que ele mesmo criou na própria cabecinha. Ele quer ler, ainda não consegue e se cobra demais com isso, mesmo a gente falando para relaxar e dar tempo ao tempo.
O fato é que agora estamos em busca de um gastro infantil. A psicóloga que o acompanha há quase dois anos já está sabendo também para ajudar com o lado emocional. A alimentação, claro, vai ter que passar por algumas modificações: menos batata frita, menos suco de abacaxi, menos chocolate - acho que suas três paixões na culinária! rs
Mas o negócio é tocar o barco e enfrentar mais essa maré forte...
Abaixo um pouco sobre gastrite infantil, que encontrei no site da Revista Claudia.
Dores e náusea
O estresse desperta um mecanismo perverso no nosso organismo – e que não poupa as crianças. Quando estamos sob tensão e ansiedade, nossas vias nervosas ativam o hipotálamo, região do cérebro que fabrica adrenalina e noradrenalina. Essas substâncias, por sua vez, estimulam a produção de ácido clorídrico. Indispensável para a digestão, esse ácido, quando secretado em quantidades acima do necessário, irrita as mucosas do estômago e causa a inflamação característica da gastrite. Frágil, o órgão se contrai, provocando dores e náusea.
Remédio, dieta e terapia
O tratamento da gastrite infantil envolve antiinflamatórios, dieta e, muitas vezes, acompanhamento psicológico. O pediatra ou o gastroenterologista deve receitar remédios para combater a inflamação e prescrever uma alimentação que não irrite o estômago.
Veja algumas dicas para não estressar seu filho:
• Sempre que possível, a criança deve ficar longe das brigas familiares. Quando os pais discutem, ela se sente responsável, percebe que é impotente e acaba angustiada e insegura. A ansiedade pode transformar-se facilmente em males físicos.
• Não menospreze as queixas da criança sobre a escola. Professores que cobram bom desempenho sem estimular o aluno são outra causa comum do estresse. Converse com o professor sobre a importância de elogiar, de dar instruções claras em sala de aula e de respeitar a individualidade de seu filho.
• Toda criança necessita de tempo livre para brincar, cochilar ou simplesmente não fazer nada. Essa é a maneira mais eficiente de desenvolver aptidões e compreender o mundo em que vive. Agendas lotadas farão com que fique agitada e não saiba conviver com momentos de solidão e descanso.
Confesso que não foi fácil autorizar meu pequeno-gigante a passar por uma endoscopia. Eu mesma já fiz o exame várias vezes, mas quando recebi todos os cuidados do procedimento quando se trata de uma criança, tive um aperto no coração. Pra começar, a endoscopia em criança é feita em centro cirurgico, pois trata-se de uma paciente mais delicado do que um adulto.
Enfim, nessa hora o racional teve que falar mais alto e ontem fomos nós três - a mãe, o pai e o paciente - para o Hospital Sírio Libanês, às 6h da matina para encarar o fato.
Graças à Deus ocorreu tudo bem. Algumas horas depois, o Matheus já estava ótimo, tranquilo, brincando como se nem tivesse tomado uma anestesia horas antes.
E foi nesse momento que recebemos o diagnóstico: gastrite!
Nem o médico que realizou o exame estava acreditando muito. Segundo ele, não é tão comum gastrite nessa faixa etária e que necessita tratamento.
Depois da surpresa, vem a culpa (e como mãe gosta de assumir culpas!). Errei na alimentação dele? Mas quem conhece o Matheus e o seu histórico alimentar sabe do que estou falando. Ele tem uma relação complexa com comida, embora esteja muito melhor do que dois, três anos atrás. Errei no modo de agir com ele? Sou agitada, sou nervosa, sou ansiosa até o último fio de cabelo... será que passei tudo isso à ele e por isso gerou essa ansiedade toda que passou os limites do estomago? Não sei... Mas também não é só isso... tem a pressão escolar que ele mesmo criou na própria cabecinha. Ele quer ler, ainda não consegue e se cobra demais com isso, mesmo a gente falando para relaxar e dar tempo ao tempo.
O fato é que agora estamos em busca de um gastro infantil. A psicóloga que o acompanha há quase dois anos já está sabendo também para ajudar com o lado emocional. A alimentação, claro, vai ter que passar por algumas modificações: menos batata frita, menos suco de abacaxi, menos chocolate - acho que suas três paixões na culinária! rs
Mas o negócio é tocar o barco e enfrentar mais essa maré forte...
Abaixo um pouco sobre gastrite infantil, que encontrei no site da Revista Claudia.
Como tratar a gastrite infantil
As causas da gastrite infantil são variadas e é comum que haja mais de um fator para a doença. O principal, porém, é o estresse. Submetidas às pressões da escola, donas de agendas cheias e frequentemente expostas a tensões familiares, as crianças são vítimas fáceis do estresse e, por tabela, das doenças desencadeadas por ele – sobretudo a gastrite. Junte-se a isso a predisposição genética (normalmente, os pais sofrem ou já sofreram do problema), alimentação inadequada (frituras, refrigerantes, alimentos muito condimentados e sucos artificiais), horário irregular para as refeições e o quadro está completo. “Problemas alimentares dificilmente são a única causa nessa idade. Na maioria dos casos, há nervosismo por trás”, observa a gastroenterologista Yu Kar Ling Koda.
Dores e náusea
O estresse desperta um mecanismo perverso no nosso organismo – e que não poupa as crianças. Quando estamos sob tensão e ansiedade, nossas vias nervosas ativam o hipotálamo, região do cérebro que fabrica adrenalina e noradrenalina. Essas substâncias, por sua vez, estimulam a produção de ácido clorídrico. Indispensável para a digestão, esse ácido, quando secretado em quantidades acima do necessário, irrita as mucosas do estômago e causa a inflamação característica da gastrite. Frágil, o órgão se contrai, provocando dores e náusea.
Remédio, dieta e terapia
O tratamento da gastrite infantil envolve antiinflamatórios, dieta e, muitas vezes, acompanhamento psicológico. O pediatra ou o gastroenterologista deve receitar remédios para combater a inflamação e prescrever uma alimentação que não irrite o estômago.
Veja algumas dicas para não estressar seu filho:
• Sempre que possível, a criança deve ficar longe das brigas familiares. Quando os pais discutem, ela se sente responsável, percebe que é impotente e acaba angustiada e insegura. A ansiedade pode transformar-se facilmente em males físicos.
• Não menospreze as queixas da criança sobre a escola. Professores que cobram bom desempenho sem estimular o aluno são outra causa comum do estresse. Converse com o professor sobre a importância de elogiar, de dar instruções claras em sala de aula e de respeitar a individualidade de seu filho.
• Toda criança necessita de tempo livre para brincar, cochilar ou simplesmente não fazer nada. Essa é a maneira mais eficiente de desenvolver aptidões e compreender o mundo em que vive. Agendas lotadas farão com que fique agitada e não saiba conviver com momentos de solidão e descanso.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
SEIS ANOS COM MATHEUS!
Há seis anos ficamos cara a cara pela primeira vez. E foi o encontro perfeito. Não poderia ter sido melhor. Assim que nossos olhos se cruzaram o amor tomou conta do meu coração. Foi amor à primeira vista! Amor eterno! Naquele momento nascia também uma mãe! Naquele momento ganhei mais um papel na sociedade, e certamente, o mais importante e aguardado deles.
Ao longo desses seis anos crescemos juntos. Enquanto o bebê aprendia a ser "menino", a ser criança, eu aprendia a ser mãe. E como esse molequinho já me ensinou na vida. Com ele aprendi que não existe um certo 100% certo, que muitas vezes é preciso seguir um caminho mais tortuoso para chegar no nosso objetivo. Com ele aprendi que é preciso ter paciência, mesmo quando ela parece não existir mais, para ter sucesso no final. Com ele aprendi a dividir, a ceder, a abdicar, a dar valor à coisas que antes não faziam o menor sentido e, principalmente, a ignorar outras que antes faziam o maior sentido. Com ele passei a enxergar as pessoas e as situações com um olhar novo, que vai além da simples aparência, com muito mais profundidade. Descobri que situações simples como passar uma tarde brincando no parque, acompanhar um soninho profundo depois de um dia repleto de folia, escutar uma gargalhada espontânea valem muito mais do que qualquer objeto de valor. E como essa gargalhada me faz feliz! Matheus irradia felicidade em nossa casa. Ama brincar, ama bagunça e embarca em um mundo de fantasia com a maior facilidade do mundo.
Poucos conhecem o Matheus que eu conheço. Por traz desse menino tímido e algumas vezes marrudinho, há um coração gigante cheio de bondade e ingenuidade. Ele cuida do irmão como um típico irmão mais velho. E não faz isso por obrigação, faz por impulso. É cativante nos seus atos. É ansioso à beça... e isso devo confessar que é herança materna. Mas é curioso, vibra quando aprende algo novo, é interessado, tem vontade de fazer, de aprender, de desbravar o que vem pela frente. Nesse momento está todo feliz por que vai passar a usar as duas mãos pra mostrar quantos anos tem. Está se achando importante, grande, um menino grande. Quer aprender a ler (e está quase), quer pesquisar na internet, quer conhecer novas tecnologias (e isso não é herança materna!) e quando apresentado à uma nova tecnologia aprende com uma facilidade típica desta nova geração, na qual ele pertence.
Mas meu menino tecnológico também é nostálgico. Ama de paixão uma biblioteca e a frequenta pontualmente a cada quinze dias. E faz questão de sempre trazer livros novos pra casa. Passeia pelos corredores repletos de livros com os olhinhos vibrantes, curiosos e com uma vontade louca de ler uma nova história, de embarcar numa nova fantasia e, por que não, de se colocar muitas vezes no lugar do personagem principal. É nostálgico também quando pede para contarmos como ele era quando bebê, quando diz que sente saudades da primeira professora, de um brinquedo que já se foi, do vovó que ele conviveu tão pouco, mas tão intensamente.
Costumo dizer que conversamos pelo olhar. Nossa sintonia é tão forte que muitas vezes apenas uma troca de olhares dispensa palavras. E ele entende desde pequeno o que a mãe quer dizer. É obediente, mas nem por isso não é insistente quando quer algo. É sensível, muitas vezes, mais do que deveria e acaba sofrendo quando fica diante de uma situação mais dificil. Pede pra mãe ficar calma e diz que não gosta de me ver nervosa demais. Mas a mãe é sagitariana e nem sempre consegue controlar os impulsos...
Matheus há seis anos sou uma pessoa mais feliz. Você me tornou uma pessoa melhor. Melhor esposa, melhor profissional, melhor filha, melhor ser humano! Como o próprio significa do seu nome diz, você é meu "Presente de Deus".
Que esse sorriso lindo que você tem estampado no rosto continue com você para sempre! Seja feliz sempre meu amor! Sempre!
Ao longo desses seis anos crescemos juntos. Enquanto o bebê aprendia a ser "menino", a ser criança, eu aprendia a ser mãe. E como esse molequinho já me ensinou na vida. Com ele aprendi que não existe um certo 100% certo, que muitas vezes é preciso seguir um caminho mais tortuoso para chegar no nosso objetivo. Com ele aprendi que é preciso ter paciência, mesmo quando ela parece não existir mais, para ter sucesso no final. Com ele aprendi a dividir, a ceder, a abdicar, a dar valor à coisas que antes não faziam o menor sentido e, principalmente, a ignorar outras que antes faziam o maior sentido. Com ele passei a enxergar as pessoas e as situações com um olhar novo, que vai além da simples aparência, com muito mais profundidade. Descobri que situações simples como passar uma tarde brincando no parque, acompanhar um soninho profundo depois de um dia repleto de folia, escutar uma gargalhada espontânea valem muito mais do que qualquer objeto de valor. E como essa gargalhada me faz feliz! Matheus irradia felicidade em nossa casa. Ama brincar, ama bagunça e embarca em um mundo de fantasia com a maior facilidade do mundo.
Poucos conhecem o Matheus que eu conheço. Por traz desse menino tímido e algumas vezes marrudinho, há um coração gigante cheio de bondade e ingenuidade. Ele cuida do irmão como um típico irmão mais velho. E não faz isso por obrigação, faz por impulso. É cativante nos seus atos. É ansioso à beça... e isso devo confessar que é herança materna. Mas é curioso, vibra quando aprende algo novo, é interessado, tem vontade de fazer, de aprender, de desbravar o que vem pela frente. Nesse momento está todo feliz por que vai passar a usar as duas mãos pra mostrar quantos anos tem. Está se achando importante, grande, um menino grande. Quer aprender a ler (e está quase), quer pesquisar na internet, quer conhecer novas tecnologias (e isso não é herança materna!) e quando apresentado à uma nova tecnologia aprende com uma facilidade típica desta nova geração, na qual ele pertence.
Mas meu menino tecnológico também é nostálgico. Ama de paixão uma biblioteca e a frequenta pontualmente a cada quinze dias. E faz questão de sempre trazer livros novos pra casa. Passeia pelos corredores repletos de livros com os olhinhos vibrantes, curiosos e com uma vontade louca de ler uma nova história, de embarcar numa nova fantasia e, por que não, de se colocar muitas vezes no lugar do personagem principal. É nostálgico também quando pede para contarmos como ele era quando bebê, quando diz que sente saudades da primeira professora, de um brinquedo que já se foi, do vovó que ele conviveu tão pouco, mas tão intensamente.
Costumo dizer que conversamos pelo olhar. Nossa sintonia é tão forte que muitas vezes apenas uma troca de olhares dispensa palavras. E ele entende desde pequeno o que a mãe quer dizer. É obediente, mas nem por isso não é insistente quando quer algo. É sensível, muitas vezes, mais do que deveria e acaba sofrendo quando fica diante de uma situação mais dificil. Pede pra mãe ficar calma e diz que não gosta de me ver nervosa demais. Mas a mãe é sagitariana e nem sempre consegue controlar os impulsos...
Matheus há seis anos sou uma pessoa mais feliz. Você me tornou uma pessoa melhor. Melhor esposa, melhor profissional, melhor filha, melhor ser humano! Como o próprio significa do seu nome diz, você é meu "Presente de Deus".
Que esse sorriso lindo que você tem estampado no rosto continue com você para sempre! Seja feliz sempre meu amor! Sempre!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
FÉRIAS COM FILHOS
Desde 2010, eu não ficava de férias junto com o Matheus. Trabalhando fixo ou fazendo freelas, eu sempre estava fora quando meu grandão estava em casa durante o dia. Agora, depois de 2 anos, estou de férias com ele. E tem sido um barato. Brincar, ficar à toa, passear, conviver com seus amigos, tem sido uma experiência incrivel.
Neste momento estou de "butuca" em uma conversa dele com um amiguinho da escola que estão no cômodo ao lado... conversa de heróis, conversa de meninos, que pretendem salvar o planeta logo mais... um barato.
E como fica o Rafa nesta história? Ah o Rafa pensa que tem 5 anos e que faz parte da turma do irmão. Ele curte, se diverte, brinca, imita e faz a maior festa com a galerinha. Um barato!
Neste momento estou de "butuca" em uma conversa dele com um amiguinho da escola que estão no cômodo ao lado... conversa de heróis, conversa de meninos, que pretendem salvar o planeta logo mais... um barato.
E como fica o Rafa nesta história? Ah o Rafa pensa que tem 5 anos e que faz parte da turma do irmão. Ele curte, se diverte, brinca, imita e faz a maior festa com a galerinha. Um barato!
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