Termino de ler o texto dessa mãe (abaixo) e estou com os olhos cheios de lágrimas. Engraçado que muitas coisas alí escritas eu já passei. Nesse momento vivo a fase do filho de 5 anos querer ir ao banheiro masculino sozinho, querer mostrar que é grande, querer ser independente, e, claro, morro de medo de um possível "maníaco" estar lá dentro. Vivo também a fase dele querer aprender a andar de bike sozinho, de querer empinar pipa sozinho... de querer, de tentar, de não desistir de uma nova conquista. Hoje ele me contou que a nova sala de aula é diferente. Diferente por que agora cada aluno já tem uma carteira e uma cadeira e não mais estão dividindo uma mesa com quatro crianças. Acho cedo ainda pra isso, mas o fato é que ele está crescendo! Vejo ele mergulhar na piscina de 2 metros e conseguir lindamente nadar até a parte mais rasa. Ele tem conquistas diárias. E me emociono com cada uma delas. Me emociono no vidro da natação a cada nova conquista dele. Me emociono em casa quando vejo que ele já sabe reconhecer algumas palavrinhas. Me emociono quando ele pega um livro e diz assim "Mamãe, logo logo eu mesmo vou ler sozinho!". Lindo texto! Quem é mãe entende tuuuuudo o que está escrito alí e sabe bem o que isso significa. Bjs,
"Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.
— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?
— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.
— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas…
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.
Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.
O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto-lhe a mão e faço uma prece silenciosa por ela e por mim e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho esse que é o mais maravilhoso dos chamados; esse presente abençoado de Deus, que é ser mãe."
(Autor desconhecido)
Sempre pensei que tiraria de letra o segundo filho, afinal já possuía a experiência de ser mãe. Caí do cavalo! Tirando a parte prática - digo: dar banho, amamentar, trocar fraldas -, todo o resto é novidade, afinal são dois seres distintos, com personalidades, temperamentos, qualidades e defeitos completamente diferentes. Ensinando, cuidando e educando meus meninos, descubro a cada dia que tenho muito a aprender com cada um deles. E são essas experiências que pretendo registrar por aqui.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
RAFINHA DESENROLANDO A LÍNGUA!
Este final de ano foi especial e de novas conquistas para nosso querido Rafinha. Durante o ano todo meu pequeno só falou "mãe". Aliás, um mãe bem especial. Com muita ênfase no "ã". Na véspera do Natal, meu caçulinha soltou seu primeiro "PAAAAAI". E, claro, que o paizão coruja ficou emocionadíssimo. Até parecia um pai de primeira viagem! Disse até que não poderia receber presente melhor de Natal. Foi uma semana inteira de PAAAAAI pra cá, PAAAAAI pra lá. Antes, saia um "AI", e vez em quando.
Ontem, véspera de ano novo foi a vez do irmão do Rafa receber "seu presente". Rafinha num esforço danado (passou um tempão tentando mesmo) conseguiu lançar um "MAT". Ficou tão feliz que ficou uns cinco minutos dizendo "MAAAT, MAAAAT, MAAAAT". E ria de felicidade ao perceber que estava conseguindo falar o nome do irmão... quer dizer, quase o nome do Matheus.
Matheus ficou feliz também. E, claro, fez uma gracinha: "Se eu sou o Mat, vou chamá-lo de Relâmpago!", se referindo aos dois personagens do filme Carros, da Disney.
E hoje, primeiro dia do ano, Rafinha acordou todo serelepe dizendo: "Mãããããe, Paaaaaai, Maaaaat!", feliz da vida.
Ontem, véspera de ano novo foi a vez do irmão do Rafa receber "seu presente". Rafinha num esforço danado (passou um tempão tentando mesmo) conseguiu lançar um "MAT". Ficou tão feliz que ficou uns cinco minutos dizendo "MAAAT, MAAAAT, MAAAAT". E ria de felicidade ao perceber que estava conseguindo falar o nome do irmão... quer dizer, quase o nome do Matheus.
Matheus ficou feliz também. E, claro, fez uma gracinha: "Se eu sou o Mat, vou chamá-lo de Relâmpago!", se referindo aos dois personagens do filme Carros, da Disney.
E hoje, primeiro dia do ano, Rafinha acordou todo serelepe dizendo: "Mãããããe, Paaaaaai, Maaaaat!", feliz da vida.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Visita do Papai Noel!
Este post está atrasado, mas não poderia deixar de postá-lo... A data mais esperada do ano para os meninos, em especial para o Matheus, chegou. O último mês foi intenso... cartinha para o bom velhinho, "encontros" com os ajudantes do papai noel em shoppings, visita do bom velhinho na escola, cineminha para entender tuuuudo sobre o papai noel (aliás, recomendo o filme Operação Presente!), calendário no quarto para a contagem regressiva da tão esperada data, desenhos, sonhos, desejos e pedidos mil. Enfim, coraçãozinho a mil por hora aguardando o Natal.
Como de costume, na véspera do dia 24 nos reunimos com os primos. Este ano foram seis crianças, seis meninos, com a estréia do Henrique que acaba de completar um mês. Gustavo, Lucas, Heitor e Matheus já estão acostumadíssimos com o ritual. Rafael, apesar do segundo natal de sua vida, ainda não entende muito bem o que está acontecendo. Tanto não entende, que dormiu pouco antes do bom velhinho chegar... pra tristeza do velhinho, que queria tirar foto com o sobrinho... Ah, esqueci de dizer aqui... este ano o Tio Taí assumiu o papel!
Enfim, tudo ia muito bem obrigado até a entrega dos presentes. Estes ano, meu filhote ganhou muuuuuito mais roupa do que brinquedo do Papai Noel. A cada pacote "mole" um olhar de decepção. Fora isso o olho compriiiiido para o priminho ao lado que ganhou mais pacotes "duros" (ou seja, brinquedos) foi inevitável. Esta foi a única parte chata do nosso natal. Nada que não tenha resolvido assim que voltamos para casa e o Matheus deu de cara com o seu pedido especial debaixo da árvore de natal. Sim, o ho ho ho passou por nosso apartamento também e entregou seu tão sonhado carro espião dos Carros 2, assim como ele tanto sonhou e planejou.
Como de costume, na véspera do dia 24 nos reunimos com os primos. Este ano foram seis crianças, seis meninos, com a estréia do Henrique que acaba de completar um mês. Gustavo, Lucas, Heitor e Matheus já estão acostumadíssimos com o ritual. Rafael, apesar do segundo natal de sua vida, ainda não entende muito bem o que está acontecendo. Tanto não entende, que dormiu pouco antes do bom velhinho chegar... pra tristeza do velhinho, que queria tirar foto com o sobrinho... Ah, esqueci de dizer aqui... este ano o Tio Taí assumiu o papel!
Enfim, tudo ia muito bem obrigado até a entrega dos presentes. Estes ano, meu filhote ganhou muuuuuito mais roupa do que brinquedo do Papai Noel. A cada pacote "mole" um olhar de decepção. Fora isso o olho compriiiiido para o priminho ao lado que ganhou mais pacotes "duros" (ou seja, brinquedos) foi inevitável. Esta foi a única parte chata do nosso natal. Nada que não tenha resolvido assim que voltamos para casa e o Matheus deu de cara com o seu pedido especial debaixo da árvore de natal. Sim, o ho ho ho passou por nosso apartamento também e entregou seu tão sonhado carro espião dos Carros 2, assim como ele tanto sonhou e planejou.
Tia Denise lendo a cartinha recebida do Papai Noel!
Sim, e veio até geladinha - direto do Polo Norte.
Papai Noel com Gustavo, Heitor, Lucas e Matheus.
Rafinha viu o Papai Noel só nas fotos! Ai que soninho...
domingo, 18 de dezembro de 2011
Ho ho ho... o Natal chegou!
Demoramos, mas tivemos uma sexta-feira "recheada" de encontros com papai noel. A grande dúvida era como seria a reação do Rafinha diante do bom velhinho. E, apesar de meio desconfiado, foi ótima. Não chorou, deixou ser fotografado e ganhou até um presentinho... rs
Os irmãos com o bom velhinho!
No trenó que tinha urso polar em vez de hennas!
"Como assim, mamãe???", indagou Matheus.
Muita farra com a "neve" de sabão!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
ESTREANDO O APARELHO NOS DENTES
Na última quarta, dia 14/12, o Matheus "estreou" seu aparelho e... não gostou! Ele estava empolgado demais com a novidade, escolheu a cor, pediu para botar o simbolo do time preferido e estava até tristinho por que iria usá-lo somente para dormir. Era empolgação demais para um aparelho! E, como era previsto, ele sentiu, na prática, que não era uma festa.
Ainda no consultório ele ameaçou fazer carinha de choro, mas aguentou firme. Chegando no carro pediu para tirar o aparelho (a dentista pediu para ele ir de aparelho até em cada para ir se acostumando). Teve ânsia, teve incômodo (afinal são dois - superior e inferior). Disse que é muito chato usar aparelho. Como também já era previsto...
Para complicar ainda mais a situação, ele bota a língua no aparelho e o "danado" cai toda hora, não para na boca. Um saco. Tá muuuuito mais dificil "domar" o aparelho no Matheus do que foi suportar a dor em mim quando usei, anos atrás.Eu já era mais velha, sabia que tinha que usar, não tirava toda hora, não chorava...
Até agora foram duas noites com o aparelho. Quer dizer, duas tentativas por que no meio da madrugada ele tira o de cima mesmo dormindo.
Agora pouco ele acordou assustado, meio choroso, dizendo que tinha perdido o aparelho... Calma Matheus, a mamãe o encontrou ao lado do travesseiro... e o resgatou!
Até a proxima noite filho! E quando será que você vai se acostumar com esse danadinho?
Ainda no consultório ele ameaçou fazer carinha de choro, mas aguentou firme. Chegando no carro pediu para tirar o aparelho (a dentista pediu para ele ir de aparelho até em cada para ir se acostumando). Teve ânsia, teve incômodo (afinal são dois - superior e inferior). Disse que é muito chato usar aparelho. Como também já era previsto...
Para complicar ainda mais a situação, ele bota a língua no aparelho e o "danado" cai toda hora, não para na boca. Um saco. Tá muuuuito mais dificil "domar" o aparelho no Matheus do que foi suportar a dor em mim quando usei, anos atrás.Eu já era mais velha, sabia que tinha que usar, não tirava toda hora, não chorava...
Até agora foram duas noites com o aparelho. Quer dizer, duas tentativas por que no meio da madrugada ele tira o de cima mesmo dormindo.
Agora pouco ele acordou assustado, meio choroso, dizendo que tinha perdido o aparelho... Calma Matheus, a mamãe o encontrou ao lado do travesseiro... e o resgatou!
Até a proxima noite filho! E quando será que você vai se acostumar com esse danadinho?
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AGUENTA CORAÇÃO,
MATHEUSZICES - As pérolas do Mat,
SUSTOS DE MÃE
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
FINANÇAS - Administrando o próprio dinheiro
Matheus é criança e, como a maioria delas, quando entra numa loja de brinquedos ou quando assiste um comercial de TV pede algum brinquedo. Há algum tempo ele poupa dinheiro no cofrinho. Mas, em geral, juntava no máximo cinco reais e comprava um Hot Wheels. Desta vez, conseguimos convencê-lo da importância de poupar por mais tempo para, desta forma, conseguir comprar um brinquedo melhorzinho. E assim foi. Ganhava uma moedinha de um, outra de outro, implorava ao pai pelo troco da padaria e, desta forma, nos últimos meses ele conseguiu juntar a bagatela de R$ 45,00. Na última quinta-feira, seu pai ganhou um vale brinquedo na empresa. Juntado tudo (as moedas e o vale brinquedo), Matheus teve nas suas mãos R$ 100,00. E assim, fomos ao shopping.
Entrando na loja, como de costume ele correu numa prateleira e pediu: "Mamãe, me dá esse carrinho?". Foi quando eu o lembrei que naquele dia quem iria comprar era ele, eu só ia ajudá-lo na escolha e na orientação dos valores. Escolhe daqui, olha dali, mexe em um, testa o outro, até que ele escolheu um avião da Imaginext. Tinham dois, um custava R$ 99 e o outro R$ 69. Ele optou pelo mais barato, por que achou mais bonito mesmo. Eu disse a ele que ainda sobrava dinheiro e continuamos pela loja.
Mais adiante ele viu um carrinho da Hot Wheels por R$ 19,00. "Mamãe, mamãe, compra esse pra mim?". E eu disse que ELE podia comprar, já que ele ainda tinha R$ 30,00. Ele pegou o carrinho na mão, pensou, olhou de novo e, pra minha surpresa, botou de volta na prateleira. Fiquei admirada e ele respondeu: "Não mamãe, agora não, preciso escolher bem o que eu quero de verdade".
Essa cena se repetiu mais duas vezes e, no final, Matheus preferiu voltar para casa apenas com o avião e com o troco de R$ 30,00 para um próximo brinquedo.
Claro, que adorei a experiência. Quando eu ou o pai compramos, ele não dá esse mesmo valor para o dinheiro. É mais fácil pra ele (e acho que pra todo mundo) ganhar, mas quando teve que botar a mão "no próprio bolso" pensou diferente. Amei! Vamos repetir outras vezes, certamente.
Entrando na loja, como de costume ele correu numa prateleira e pediu: "Mamãe, me dá esse carrinho?". Foi quando eu o lembrei que naquele dia quem iria comprar era ele, eu só ia ajudá-lo na escolha e na orientação dos valores. Escolhe daqui, olha dali, mexe em um, testa o outro, até que ele escolheu um avião da Imaginext. Tinham dois, um custava R$ 99 e o outro R$ 69. Ele optou pelo mais barato, por que achou mais bonito mesmo. Eu disse a ele que ainda sobrava dinheiro e continuamos pela loja.
Mais adiante ele viu um carrinho da Hot Wheels por R$ 19,00. "Mamãe, mamãe, compra esse pra mim?". E eu disse que ELE podia comprar, já que ele ainda tinha R$ 30,00. Ele pegou o carrinho na mão, pensou, olhou de novo e, pra minha surpresa, botou de volta na prateleira. Fiquei admirada e ele respondeu: "Não mamãe, agora não, preciso escolher bem o que eu quero de verdade".
Essa cena se repetiu mais duas vezes e, no final, Matheus preferiu voltar para casa apenas com o avião e com o troco de R$ 30,00 para um próximo brinquedo.
Claro, que adorei a experiência. Quando eu ou o pai compramos, ele não dá esse mesmo valor para o dinheiro. É mais fácil pra ele (e acho que pra todo mundo) ganhar, mas quando teve que botar a mão "no próprio bolso" pensou diferente. Amei! Vamos repetir outras vezes, certamente.
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COMPORTAMENTO,
MATHEUSZICES - As pérolas do Mat
sábado, 3 de dezembro de 2011
BELEZA - Gosto é gosto... e meu filho já tem o dele!
Gosto é gosto, não se discute! O ditado é antigo. E meu filho já tem o dele definido. De uns tempos para cá o Matheus anda dizendo que gosta mais do meu cabelo lisinho (isso quer dizer, quando faço escova!). No meu aniversário disse que me faria uma surpresa e convenceu o pai de me comprar uma chapinha. Adorei o presente, pois também gosto de, vez ou outra, alisar meus cachinhos. O único problema é que a mãe aqui não tem muitas habilidades com o treco, mas me esforço... rs
Já faz tempo também que ele pede para eu pintar as unhas de cores fortes, coloridas. Quando entramos em uma perfumaria ele vai na prateleira de esmaltes e sugere tons nada discretos tipo azul, amarelo, laranja... E insiste. E eu, resisto. Amo clarinhos... rendinha, branquinho, rosinha... rs
Ontem, aproveitando que teríamos um final de semana recheado de festas, fui à cabeleireira e fiz escova. Resolvi então fazer uma surpresa ao meu filhote. Pintei as unhas de rosa antigo... um tom mais forte do que o meu habitual. E fui buscá-lo na escola. A reação dele foi maravilhosa. Saiu sorrindo, puxando sua mochila e dizendo: "Mamãe, mamãe, você está com o cabelo lisinho!". Aí eu mostrei as mãos, claro, e ele disse: "Ahhhhh que legal... adorei mamãe, adorei sua unha colorida". Ficou todo feliz. Percebeu que eu me arrumei do jeito que ele gosta.
Já em casa, quando o pai chegou do trabalho ele solta mais esta: "Papai, papai, a mamãe teve um dia de princesa pra mim! Do jeito que eu gosto! Cabelo lisinho e unha colorida!". Posso com um menino desses? A partir daí já posso imaginar como será minha futura nora... rs
Já faz tempo também que ele pede para eu pintar as unhas de cores fortes, coloridas. Quando entramos em uma perfumaria ele vai na prateleira de esmaltes e sugere tons nada discretos tipo azul, amarelo, laranja... E insiste. E eu, resisto. Amo clarinhos... rendinha, branquinho, rosinha... rs
Ontem, aproveitando que teríamos um final de semana recheado de festas, fui à cabeleireira e fiz escova. Resolvi então fazer uma surpresa ao meu filhote. Pintei as unhas de rosa antigo... um tom mais forte do que o meu habitual. E fui buscá-lo na escola. A reação dele foi maravilhosa. Saiu sorrindo, puxando sua mochila e dizendo: "Mamãe, mamãe, você está com o cabelo lisinho!". Aí eu mostrei as mãos, claro, e ele disse: "Ahhhhh que legal... adorei mamãe, adorei sua unha colorida". Ficou todo feliz. Percebeu que eu me arrumei do jeito que ele gosta.
Já em casa, quando o pai chegou do trabalho ele solta mais esta: "Papai, papai, a mamãe teve um dia de princesa pra mim! Do jeito que eu gosto! Cabelo lisinho e unha colorida!". Posso com um menino desses? A partir daí já posso imaginar como será minha futura nora... rs
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